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  • Saiba tudo sobre a primeira versão de Largados e Pelados Brasil - A Tribo

    Um dos spin-offs de maior sucesso da consagrada franquia LARGADOS E PELADOS – A TRIBO ganhou a sua primeira edição brasileira. A versão inédita estreia no Discovery e na HBO Max em 14 de setembro, às 22h15. Nesta nova produção, 10 brasileiros especialistas em sobrevivência encaram 30 dias desafiadores e intensos em um dos cenários mais extremos da franquia.  Na estreia, o canal de TV por assinatura e a plataforma de streaming exibem dois episódios consecutivos. A partir do domingo seguinte, o Discovery e a HBO Max apresentam um episódio por semana.  Com sete episódios, LARGADOS E PELADOS BRASIL – A TRIBO reúne participantes de temporadas anteriores de LARGADOS E PELADOS BRASIL que já superaram os desafios dos 21 dias e que são celebrados entre os fãs da franquia. Agora, terão que sobreviver juntos, sem comida, sem água e sem roupas, em um dos lugares mais extraordinários do planeta: a savana africana, nas proximidades do famoso Parque Nacional Kruger, na África do Sul. Confira abaixo os participantes desta temporada e as suas notas no ASP (Avaliação de Sobrevivência Primitiva):  Richards (Londrina/ PR): de 42 anos, possui uma ASP inicial de 7.9  Juliano (Natividade da Serra/ SP): de 39 anos, ASP inicial de 8.6  Henrique (Rio de Janeiro/ RJ): de 39 anos, ASP inicial de 7.6  Adriano (Rio Tinto/ PB): de 41 anos, ASP inicial de 8.9  Raysa (Niterói/ RJ): de 32 anos, ASP inicial de 7.0  Marina (Natividade da Serra/ SP): de 32 anos, ASP inicial de 7.0  Taís (São Paulo/ SP): de 42 anos, ASP inicial de 8.0  Andreza (Anapu/ PA): de 30 anos, ASP inicial de 7.9  Nanda (Alto Paraíso/ GO): de 37 anos, ASP inicial de 7.7  René (São Paulo/ SP): de 49 anos, ASP inicial de 8.9  LARGADOS E PELADOS BRASIL é uma produção da Nippur Media para a Warner Bros. Discovery . Adriana Cechetti e Luciana Soligo supervisionam a produção para a WBD; Gerardo Brandy responde pela produção geral, Ana Megna, Gonzalo Lema e Jose Carlos Gachuz são produtores executivos por parte da Nippur Media.

  • Uma Família Feliz e Dias Perfeitos: as recentes produções inspiradas nos livros de Raphael Montes

    As obras de Raphael Montes vêm ganhando destaque no cinema nacional desde o lançamento da série “Bom dia, Verônica”, inspirado em um dos livros do autor, em 2022 o suspense Uma Família Feliz ganhou filme e este ano o suspense Dias Perfeitos acaba de ser lançado em formato série pelo Globoplay . Vem com a gente conhecer Rafael Montes e descobrir se vale a pena assistir os dois. Quem é Raphael Montes? Raphael Montes é formado em direito, mas tentou viver de literatura depois de concluir a faculdade, no início o autor se desdobrava entre palestras, revisões e mais alguns trabalhos para complementar a renda , foi quando sua vida deu uma virada e seus livros começaram a fazer sucesso no Brasil e no exterior. O público brasileiro estava “órfão” de bons suspenses e dramas criminais nacionais , quando começou a vender seus livros, Raphael ouvia que livro policial não vendia no Brasil, mas ele resolveu apostar no nicho que estava desocupado no país, conquistando assim muitos fãs. Uma Família Feliz O filme acompanha a família de Eva, ela acabou de dar à luz a seu terceiro filho e se depara com uma depressão profunda em meio a uma vida burguesa supostamente perfeita por todos que a rodeiam, mas essa calmaria dura pouco quando uma série de eventos estranhos acontecem depois que suas filhas aparecem machucadas . Eva então é acusada por todos por ser a responsável pelos hematomas. É difícil falar de Uma Família Feliz sem dar spoilers, pois quanto menos você souber da história melhor. O filme nos faz mergulhar no cotidiano da família de Eva, tendo uma boa apresentação dos personagens, para logo em seguida nos presentear com um suspense incrível. O elenco dá um show a parte, com Grazi Massafera interpretando Eva e Reynaldo Gianecchini no papel de Vicente, o pai. Quem também não deixa de surpreender são as atrizes mirins Luiza Antunes e Juliana Bim, que nos envolvem ainda mais na trama. Dias Perfeitos Se você é fã de uma perseguição no estilo gato e rato com certeza vai amar Dias Perfeitos. A série acompanha a saga de Téo e Clarice, eles se conheceram por acaso em uma festa, mas Clarice acabou não correspondendo os interesses de Téo, ele então decide sequestrá-la, acreditando que com o tempo ela irá amá-lo , começa então uma caçada de gato e rato em que Clarice tenta de todo jeito fugir, mas é sempre impedida por Téo. A qualidade do elenco é o que eleva ainda mais a qualidade da série que possui 8 episódios de 40 minutos cada. Jaffar Bambirra interpreta Téo e consegue passar exatamente o sentimento de rejeição do personagem que é transformado em obsessão e violência, aliás, a produção não economiza em cenas violentas, apresentando um ótimo trabalho de maquiagem também. Julia Dalavia interpreta Clarice e me deixou com vontade de ver mais dela em produções nacionais, superou todas as expectativas. Se você ficou com vontade de conferir as produções, as duas estão disponíveis no Globoplay.

  • Invocação do Mal 4: O Último Ritual — Michael Chaves insiste em errar

    Invocação do Mal 4: O Último Ritual, dirigido por Michael Chaves e escrito por Ian Goldberg, Richard Naing e David Leslie Johnson-McGoldrick, é inspirado nas investigações sobre a assombração da família Smurl conduzidas pelos Warrens. Estrelado por Patrick Wilson, Vera Farmiga, Mia Tomlinson e Ben Hardy, o longa é o nono filme do Universo Invocação do Mal e sequência direta de Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio (2021), também dirigido por Chaves. A convite da Warner Bros. Pictures, assistimos antecipadamente ao filme, que estreia nos cinemas brasileiros em 4 de setembro.  Confira a seguir nossas impressões. Enredo Os Warren enfrentam um novo caso em que entidades desafiam suas próprias experiências.  Ed e Lorraine precisam confrontar seus maiores medos, colocando em risco suas vidas em uma batalha contra forças malignas que atormentam a família Smurl. Roteiro O filme abre com um flashback: Ed e Lorraine jovens, ainda no início da carreira, enfrentam uma presença demoníaca durante uma investigação. Lorraine, grávida de Judy, entra em trabalho de parto prematuro após ter contato com um espelho amaldiçoado. Em 1986, Ed ainda se recupera do ataque cardíaco sofrido no filme anterior, ao mesmo tempo em que celebra mais um aniversário. O casal acredita estar aposentado das investigações. O ponto forte da franquia sempre foi mostrar como o amor e a união da família conseguem vencer o mal. Aqui, esse aspecto é ainda mais evidente. Judy, filha de Ed e Lorraine, ganha mais relevância: além de seu arco ligado ao noivado, percebemos que o flashback inicial conecta sua história à da família Smurl. Embora sempre haja expectativa em torno de Ed e Lorraine, o destaque maior para Judy e seu noivo Tony acaba sendo uma surpresa positiva, enriquecendo tanto o caso quanto o desenvolvimento da franquia. No entanto, talvez por já estar acostumado aos jumpscares, não senti tanto medo durante o filme. Também senti falta de uma investigação mais profunda por parte dos Warren, que só ganham mais espaço perto do clímax. A narrativa aposta mais no drama do que no terror, mas a maquiagem dos demônios é eficiente e realmente assustadora, remetendo a produções como Longlegs e A Hora do Mal.  Apesar disso, a explicação sobre as entidades é breve e pouco aprofundada. O clímax parece apressado e não alcança o mesmo impacto dos dois primeiros filmes.   O epílogo, por outro lado, traz uma sensação de alívio e de que, ao menos por um momento, tudo está em paz. Um ponto já desgastado é o uso recorrente de Annabelle.   Embora seja uma figura importante no universo, sua presença aqui soa gratuita, somente para lembrar ao público de sua conexão com os Warren. Elenco Desde 2013, Vera Farmiga e Patrick Wilson demonstram grande química como Ed e Lorraine. A entrega de ambos continua impecável, transmitindo familiaridade e conforto aos fãs. Ben Hardy e Mia Tomlinson (que substitui Sterling Jerins no papel de Judy) são boas adições, trazendo mais peso dramático à trama. Já a família Smurl, composta por oito personagens, tem momentos de destaque, mas sem criar grande conexão emocional com o público, apesar de suas histórias serem impactantes. O longa também reserva participações rápidas, mas especiais, que funcionam como um presente aos fãs que acompanham a franquia desde o início. Considerações Lançado em 2013, Invocação do Mal conquistou público e crítica, dando origem a uma das franquias de terror mais lucrativas do cinema.  Além dos filmes principais, vimos derivados como Annabelle (trilogia) e A Freira (dois filmes), que não alcançaram o mesmo prestígio das histórias focadas nos Warren. Michael Chaves ingressou no universo com A Maldição da Chorona (2019) — título que, embora não seja oficialmente uma sequência, pertence ao mesmo universo. Desde então, sua condução é alvo de críticas, especialmente após a fraca recepção de Invocação do Mal 3. Ainda assim, surpreende seu retorno constante à direção da franquia. Após nove filmes, é natural que a fórmula esteja desgastada.  Invocação do Mal 4: O Último Ritual não é o pior da saga, mas também não chega perto dos dois primeiros, que representam seu auge. Ainda assim, supera o terceiro filme, mesmo trazendo a sensação de já termos visto tudo antes, somente com roupagens diferentes. Divulgado como o último capítulo, James Wan já revelou a ideia de uma "Fase 2". Embora anunciado como a despedida de Patrick e Vera, os próprios atores demonstraram interesse em voltar futuramente. Resta saber o que o futuro reserva para a franquia, só espero que Michael Chaves não conste nos planos. Curiosidade:   O filme A Casa das Almas Perdidas (The Haunted, 1991) também aborda os eventos ocorridos com a família Smurl.

  • Lançamentos de setembro de 2025 para assistir nos cinemas!

    Encerramentos de franquias, comédia nacional, terror tas nelas e muito drama e fofoca dignas da realeza. Você mal piscou e 2025 voou, setembro está chegando com direito a muitos lançamentos incríveis nos cinemas. Confira a lista das principais estreias para o mês que você não pode perder! Invocação do Mal 4: O Último Ritual Eles voltaram, e não estão sozinhos. Depois dos últimos acontecimentos que quase levaram à morte do casal Warren, Ed e Lorraine Warren recebem o chamado de uma família na Pensilvânia. A casa está tomada por uma presença sobrenatural e o que eles encontram no local fará o casal desenterrar segredos do passado e perceber que o mal sempre esteve à espreita .  Lançamento: 04/09 O Rei da Feira Suspense, comédia e Leandro Hassum: a nova aposta do cinema brasileiro. Monarca não é um detetive como os outros, além do faro investigativo ele possui poderes paranormais que o tornam único na profissão . Quando um feirante é assassinado, Monarca entra em cena para desvendar o mistério. Entre mentiras, fofocas e revelações ele terá uma ajudinha extra no caso: o espírito da própria vítima. Lançamento: 04/09 A Vida de Chuck “A Maldição da Residência Hill”, “ A Queda da Casa de Usher ” , “Hush: A Morte Ouve” e “Missa da Meia-Noite”, se você é fã de terror já sabe do que eu estou falando.  Mike Flanagan estreia de novo nos cinemas com mais uma adaptação de Stephen King, desta vez um conto do livro “If It Bleeds”. Em “A Vida de Chuck”, vamos acompanhar dramas, superações, perdas e o processo de autodescoberta de Charles Krantz . Lançamento: 04/09 Downton Abbey: O Grande Final A hora do chá chegou e os segredos são amargar. A década de 1930 começou e a família Crawley enfrentará grandes problemas. Enquanto Mary está envolvida em um escândalo público, o clã enfrenta problemas financeiros que podem levar toda a casa à ruína social . Em meio a tantas mudanças, os Crawley precisam se ajustar para conviver com a próxima geração que chega a Downton Abbey. Lançamento: 11/09 Animais Perigosos Uma surfista é sequestrada por um serial killer e mantida em cativeiro em seu barco . Em meio à tensão, o espetáculo começa quando ela percebe que os planos do seu sequestrador são ainda piores: usá-la para alimentar os tubarões ao redor e gravar o ataque brutal. Lançamento: 18/09 A Grande Viagem da Sua Vida Sarah e David se conhecem durante o casamento de um amigo em comum. Solteiros, eles embarcam em uma jornada inesperada com direito a muito romance, descobertas, aventuras, muita risada e, sobretudo, com direito a uma volta inesperada ao passado . Lançamento: 18/09 Os Estranhos: Capítulo 2 CORRA! Eles estão vindo e eles estão sempre a um passo à frente! Maya é a primeira sobrevivente a se livrar dos mascarados. Depois do terror na floresta, ela vive uma vida tensa e todos são suspeitos . Quando descobrem que ela sobreviveu, os psicopatas iniciam uma nova caçada violenta em busca da presa que escapou e Maya não terá ninguém, além de si mesma, para contar.  Lançamento: 25/09 Uma Batalha Após a Outra Bob Ferguson se reúne com um grupo de antigos revolucionários para resgatar a filha de um ex-integrante das garras de um inimigo poderoso.  Lançamento: 25/09

  • Você precisa conhecer a animação Long Story Short

    A nova animação estreou na Netflix em 22 de agosto , e já trouxe muito o que falar. A série “long story short” traz muitas reflexões e questionamentos a respeito das nossas crenças e valores. A série acompanha uma família tradicional judia composta por um pai e uma mãe e três filhos, dois meninos e uma menina .  O primogênito quando cresce não acompanha mais o judaísmo e se casa com uma mulher que também não é judia, o que para a mãe dele é algo terrível. Já sua filha do meio, ela se assumiu lésbica e se casa com uma mulher judia, não de nascença, mas que se converteu anos antes de conhecê-la. E por fim, temos o caçula que vira um judeu ortodoxo e rabino, que não é algo que a mãe queria para ele pois sabe das limitações alimentares que ele vai ter e que não poderá acompanhar eles em certas ocasiões. A série mostra vários momentos em que a mãe é extremamente narcisista, onde ela quer a atenção só pra ela e não deixa os filhos se expressarem. Enquanto isso, o pai tenta manter todos unidos sendo a cola que une a família por ser um cara mais de boa.  Além disso, vemos uma mudança de cenário, como foi a criação das crianças, como eles conheceram suas respectivas parceiras, como são suas dinâmicas familiares ,  como estão suas vidas não morando mais com os seus pais e também como estão lidando com a perda da matriarca para o Covid-19. A animação mostra de uma forma leve e simplificada da vida de uma família judia, quais são suas crenças, valores e como é sua rotina, já que é algo bem diferente das tradições cristãs que todos já conhecem. Ela mostra essa perspectiva interessante da religião e de uma família “diferente” do que nós estamos acostumados nas telas.

  • A Vida de Chuck é diferente de tudo que você já viu das adaptações de Stephen King

    A convite da Diamond Filmes , assistimos antecipadamente ao filme “A Vida de Chuck”, mais uma adaptação dos livros de Stephen King, que chega aos cinemas no dia 4 de setembro. Vem saber o que achamos!  O enredo A produção é baseada no conto de Stephen King “A Vida de Chuck”, que faz parte da coletânea “Com Sangue”, e narra a trajetória de Charles Chuck Krantz , mas de forma inversa, começando pela sua morte e indo até sua infância, é uma história sobre a vida e como estamos aproveitando nossa existência.  O roteiro  O roteiro segue a ordem dos fatos do conto de Stephen King e pode causar estranheza por isso, já que a história acontece de trás para frente. Stephen King é conhecido por suas histórias de terror e suspense, mas em “A Vida de Chuck” ele aposta em uma linguagem muito mais voltada ao drama, diferente de tudo que nós conhecemos sobre o famoso escritor. O diretor é Mike Flanagan, conhecido por dirigir filmes e séries de terror e suspense, como Ouija: A Origem do Mal, Doutor Sono e A Queda da Casa de Usher , se desafia também em um outro caminho. O filme é dividido em três atos, no primeiro ato o escritor quer nos causar medo ao representar o fim do mundo , nos fazendo refletir como vamos agir quando esse dia chegar, ao mesmo tempo vemos diversas mensagens agradecendo Chuck pelos 39 anos de trabalho, mas não sabemos ao certo quem é Chuck e porque as pessoas o estão agradecendo, fazendo com que o personagem se torne um tipo de lenda ou fantasma. O segundo ato é o que mais me agradou e mostra Chuck em um dia comum de viagem a trabalho, em que uma simples atitude faz com que ele transforme um dia qualquer em um dia extraordinário , não só para ele, mas para outras pessoas também, nesse ato descobrimos que Chuck estava doente e morreu jovem, com 39 anos.  O terceiro e último ato nos faz viajar pela infância e adolescência de Chuck, nesse momento o tom de suspense retorna, uma forma curiosa que Stephen King achou de falar sobre traumas e medos que temos e que ao longo da vida nos tornam nossos maiores monstros . O filme finaliza com uma brilhante mensagem sobre a experiência humana por meio de temas como amor, perda e significado da existência. Na minha opinião, apenas o primeiro ato daria um belo de um filme no estilo Stephen King e trazendo algumas referências a Jordan Peele , acredito que o conto seria melhor aproveitado se fosse contado por meio de uma minissérie, a forma como o filme foi montado pode incomodar algumas pessoas, mas apesar disso, é uma experiência que vale ser vivida. O elenco  Tom Hiddleston interpreta Chuck na vida adulta, o ator ficou ainda mais conhecido depois de entrar para o universo da Marvel para interpretar o super-herói Loki , em “A Vida de Chuck” Tom mostra que não sabe só interpretar Loki, mas também outros personagens de forma espetacular, sem contar as cenas hipnotizantes de dança feitas pelo ator. Temos também Jacob Tremblay, interpretando Chuck mais jovem, Jacob ganhou o coração de Hollywood em O Quarto de Jack e Extraordinário , e continua trilhando um caminho espetacular. Não posso deixar de mencionar Mark Hamill, que interpreta o avô de Chuck, nosso eterno Luke Skywalker retorna às telas em grande estilo , com uma interpretação impecável.  Nosso veredito  A Vida de Chuck é diferente de tudo que já vimos de Stephen King e Mike Flanagan, um filme sensível e necessário nos tempos em que vivemos. Quantos anos ainda temos para aproveitar nossa vida na Terra? Será que estamos aproveitando de maneira certa? Essas são perguntas que com certeza vão passar pela sua cabeça enquanto assiste ao filme, que com certeza pode pintar no Oscar 2026.

  • Os Roses - Até Que a Morte os Separe: você escolheria um lado?

    Baseado no romance de 1981, A Guerra dos Roses, de Warren Adler, e também remake do filme de 1989 , Os Roses: Até Que a Morte os Separe chega com direção de Jay Roach e roteiro de Tony McNamara. Estrelado por Benedict Cumberbatch, Olivia Colman, Andy Samberg e Kate McKinnon, o longa estreia em 28 de agosto com distribuição da Searchlight Pictures. A convite da S earchlight Pictures, assistimos à produção em primeira mão. Confira nossas impressões. Enredo Tudo parece extraordinário na vida perfeita de Ivy (Olivia Colman) e Theo (Benedict Cumberbatch).   Ela é uma chef de cozinha de sucesso, dona do próprio restaurante, enquanto ele é um arquiteto renomado. O casamento parece repleto de amor e carinho junto dos dois filhos. Mas um contratempo desperta ressentimentos e rivalidade:  à medida que a carreira de Ivy decola, a de Theo entra em declínio após ele ser demitido. Roteiro O filme começa no presente, em uma sessão de terapia de casal, quando a terapeuta sentencia não haver conserto para a relação. A narrativa então retorna ao passado, ao primeiro encontro de Ivy e Theo, marcado por química instantânea.   Casados e com dois filhos, Theo brilha profissionalmente enquanto Ivy se dedica à casa. Mas tudo muda quando um projeto ambicioso dele fracassa, o transformando em motivo de piada na internet. Enquanto isso, Ivy ganha reconhecimento por sua culinária, invertendo os papéis da relação. Os protagonistas são construídos com riqueza e criatividade, em diálogos afiados e cheios de humor, o que acaba deixando os coadjuvantes em segundo plano. Embora o elenco de apoio tenha tempo de tela, as interações entre Theo e Ivy são sempre o ponto alto. A transição do casamento perfeito para o caos é desenvolvida envolventemente durante os 105 minutos de filme. A atuação da dupla é tão consistente que se impossibilita escolher um lado. Jay Roach, diretor de O Escândalo (Bombshell, 2019), e Tony McNamara, roteirista de Pobres Criaturas (Poor Things, 2023) , mostram grande sintonia criativa e entregam uma obra memorável. Elenco Benedict Cumberbatch e Olivia Colman dominam o filme.   Mesmo cercados por nomes de peso, ambos conquistam o espectador com atuações intensas, química notável e diálogos inteligentes. Andy Samberg, sempre carismático, divide cena com Kate McKinnon, mas os personagens da dupla acabam soando repetitivos, insistindo em piadas que em alguns momentos parecem forçadas. Allison Janney, sempre uma presença marcante, aqui é pouco aproveitada, com uma participação curta que deixa vontade de vê-la mais em cena. Considerações É gratificante quando uma comédia tenta fugir do lugar-comum.  Embora a trama em si não seja das mais originais, a condução faz toda a diferença — e o resultado é excepcional. O texto é criativo, os diálogos são afiados e a interação entre os personagens mantém o ritmo sempre interessante. O humor tem um viés mais britânico, diferente dos blockbusters hollywoodianos, dando identidade própria à obra. Tudo funciona em conjunto: direção, fotografia, trilha sonora, roteiro, edição e atuações. É um projeto que merece ser visto, mesmo que arrisque passar despercebido pelo grande público. P.S. Mais uma vez temos um subtítulo desnecessário.  Entendo que somente Os Roses não soaria tão chamativo, mas poderiam ao menos ter aproveitado o título do livro.

  • O Mapa Que Me Leva Até Você é um romance cheio de significados

    Chegou este final de semana ao Prime Video o filme “O Mapa Que Me Leva Até Você”, um romance que parecia ser raso ou clichê até demais, mas que acabou surpreendendo. Continue a leitura para saber mais! O filme é baseado no romance de J. P. Monning e conta a história de Heather, uma menina que viaja com as amigas pela Europa antes de começar seu novo emprego perfeito em New York. D urante a viagem ela conhece Jack, um jovem misterioso e carismático que está viajando usando o diário de seu bisavô como guia , os dois acabam se conectando e uma linda relação de amor surge. Inicialmente parece apenas mais um filme clichê em que um casal se apaixona durante uma viagem de verão , mas o roteiro acaba nos presenteando com diálogos profundos e intensos. Heather é uma menina que adora planejar seus passos, já Jack prefere viver o presente e não passa a segurança que Heather gostaria, mas o motivo dele agir assim é muito mais profundo do que imaginamos, sem spoilers, você vai ter que assistir para saber qual é. O filme traz muitos diálogos sobre laços, felicidade e futuro, que vão fazer você refletir.  Os protagonistas são interpretados por atores já conhecidos e amados pelo público, Heather é interpretada por Madelyn Cline, conhecida pelo seu papel como Sarah na série Outer Banks da Netflix, já Jack é interpretado por KJ Apa, conhecido pelo seu papel na série Riverdale, os dois possuem uma química incrível, o que faz nos envolver mais ainda do romance. Apesar de parecer que será um romance com final feliz, você pode acabar caindo em lágrimas quando menos espera. Depois do sucesso da série O Verão Que Mudou Minha Vida, o Prime Video vem acertando cada vez mais nos filmes de romance e comédia romântica. Vale a pena conferir esse lançamento!

  • Anônimo 2 é uma piada repetida que perde a graça

    A convite da Universal Pictures Brasil ,  assistimos com exclusividade a Anônimo 2, sequência do sucesso de ação estrelado por Bob Odenkirk. O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 21 de agosto.  E aí, vale o ingresso? Chega mais que eu te conto! Férias frustradas Quatro anos após os eventos do primeiro filme, Hutch Mansell está de volta à ação. Para pagar as consequências  de lidar com a máfia russa,   ele aceita uma sequência de missões contra criminosos internacionais, algo que ele sabe fazer como ninguém.  Porém, essa vida o afasta cada vez mais de sua família — sobretudo da esposa, Becca. Tentando recuperar algum equilíbrio, Hutch   decide levar a família de férias para Plummerville ,  a cidadezinha turística onde passou as melhores memórias da infância.  O que deveria ser uma pausa tranquila logo se transforma em confusão: uma briga no parque de diversões local chama atenção da polícia e, pior, revela uma rede de corrupção muito maior do que ele imaginava.  Mesmo em férias, Hutch descobre que o trabalho o encontra onde quer que esteja. A família dessa sequência Se tem um ponto de destaque nesta sequência ,  com certeza são as atuações. Bob Odenkirk, que transformou Saul Goodman em uma lenda, retorna para se divertir como nunca dando vida ao protagonista. Apesar de não se desenvolver muito, Hutch é o protagonista que ama o que faz, mas está dividido entre os deveres de casa e uma dívida milionária.  Sua parceira Connie Nielsen, atriz indicada ao Emmy , dá conta de uma parte das poucas partes dramáticas e sensíveis do filme como Becca,  a esposa troféu que está cansada de dar conta das tarefas domésticas sem a companhia do marido. RZA mostra uma performance sólida como um ator de ação, vivendo o irmão do protagonista. Se divertem como ninguém o veterano Christopher Lloyd ,  que é a figura paterna mais caótica do mundo, e também Sharon Stone, que é a sanguinária e magnata vilã Lendina. Os tropeços Infelizmente, o roteiro segura firme na estrutura já estabelecida no primeiro filme.  E isso é o que enfraquece totalmente a história. A narrativa de descobrimento dos personagens do filme de estreia deixa a sequência perdida.  Por mais divertidos que sejam algumas rimas no primeiro ato, ao decorrer do filme acabam ficando muito previsíveis.  Parece que os roteiristas Derek Kolstad (John Wick) e Aaron Rabin (Tom Clancy’s Jack Ryan) abriram mão de consistência narrativa para priorizar sequências de ação cada vez maiores e mais explosivas.  O problema é que, quando tudo vira espetáculo ,  sobra pouco espaço para desenvolver personagens ou gerar real engajamento. As cenas de ação são bem coreografadas e filmadas, mas raramente acrescentam algo à história. Exemplos que casam com criatividade os exageros do gênero “um homem enfrentando um exército” são vistos em John Wick, Missão Impossível e até em Fúria Primitiva.   São aquelas cenas imersivas, vibrantes e que mexem com o emocional da plateia. Neste longa, infelizmente, é pirotecnia demais para uma trama de menos. Vale o ingresso? Em suma, Anônimo 2 é uma sequência bem mais fraca que o filme anterior. Vale ressaltar que as forças do primeiro longa estão no carisma do protagonista e na originalidade das cenas de ação.  Com um pouco mais de lapidação e equilíbrio entre ação e humor, o resultado poderia ter sido diferente. Não perca seu tempo com esse filme. Se for para sair da sala de cinema se sentindo totalmente entediado, é melhor só encarar o trânsito de volta para casa.

  • Amores à Parte: como o iminente caos é abordado com humor e sarcasmo

    A convite da Diamond Films , pudemos conferir antecipadamente o longa “Amores à Parte”, que chega aos cinemas dia 21 de agosto. Confira a seguir o que achamos do filme. Na obra, acompanhamos Carey (Kyle Marvin) que se vê preso em uma constante angústia ao descobrir que sua esposa Ashley (Adria Arjona) quer se divorciar. Atrás de consolo, o marido busca recorrer aos antigos amigos Julie (Dakota Johnson) e Paul (Michael Angelo Covino, que também é diretor do longa) em busca de respostas, porém descobre que o casal esconde um segredo: Eles desfrutam de um relacionamento não-monogâmico. Surpreso com a ideia, Carey se vê curioso e sem o controle da situação. Um dos pontos mais interessantes aqui, é a abordagem sensata da direção em relação a temas diversos dentro do contexto relacionamento. Mesmo com uma diversidade grande de vertentes a serem exploradas, como por exemplo relacionamentos abertos ou até mesmo casamentos precoces, a direção não perde a mão em como dosar de forma correta o humor e o romance. A forma como o filme consegue expelir aquela visão animalesca comum dos personagens em filmes de comédia e humanizá-los é o que dá o toque especial aqui, a persona de Carey, por exemplo, apesar de ser o marido que faria de tudo pela esposa - como até mesmo perdoar uma traição - se mostra muito inseguro consigo mesmo em diversos momentos da película, sendo essa uma de suas principais características/contradições, entender o outro sem entender a si mesmo. Ao mesmo tempo sua esposa, Ashley, decide se divorciar de um amor que seria possivelmente para vida toda  por julgar ter usufruído pouco de sua vida pré-Carey, sem ao menos tentar entender o real motivo de sentir isso. Percebe que mesmo sendo algo feito com o intuito de nos fazer dar risada, ele não cai nos padrões usuais das comédias românticas e ainda aborda temas recorrentes no mundo real? Isso que citamos apenas um dos casais principais, pois do outro lado da moeda temos Paul e Julie, um casal não-monogâmico que, apesar de manterem esse tipo de relacionamento, são inseguros consigo mesmos, principalmente Julie, que sofre com diversas escolhas irresponsáveis e esdrúxulas de seu marido. A dupla usufrui dessa vulnerabilidade como uma válvula de escape para que o casamento dure mais que o convencional, seja pelo ou pelo dinheiro, como é dito na própria película. Usar desses temas, dessa forma, foi um grande acerto da produção, pois se desvencilhou dos grandes clichês já estabelecidos nas rom-coms mais populares, principalmente pelo fato que a sua maioria são voltadas para o público adolescente, aqui não, temos algo com o olhar ligeiramente mais maduro para o assunto relacionamento. Ao mesmo tempo que engraçado, a obra é refletiva. Em suma, “Amores à Parte” se destaca pela sua direção afiada e incisiva até certo ponto que, acompanhada com a sua decupagem, nos imerge no que seria essa mistura de personalidades totalmente diferentes e ainda por cima se originaliza por ter uma pegada menos clichê , e mais focada em temas que são amplamente discutidos na atualidade, como insatisfação conjugal e, sobretudo, a não-monogamia. A película precisa ser assistida se você estiver a fim de dar risadas enquanto pensa sobre o quanto o ser humano pode ser complexo, mesmo se tratando de um assunto relativamente simples: a comunicação.

  • O Último Azul - Gabriel Mascaro mostra que não há idade para reaprender a existir

    A convite da Primeiro Plano ,  assistimos com exclusividade ao esperado O Último Azul , marcado para estrear nos cinemas brasileiros no dia 28 de agosto de 2025 . O hype por trás do filme aumentou ao entrar na   lista de pré-selecionados pela Academia Brasileira de Cinema a uma vaga no Oscar de Filme Internacional.  Confira nossas impressões sobre o longa a seguir. O futuro é para todos? Tereza vive em uma cidade costeira industrializada na Amazônia. Aos 77 anos , ela recebe uma ordem oficial para mudar-se para uma colônia de idosos — um “descanso” forçado imposto pelo governo.   Expulsa de sua própria rotina, Tereza rejeita de cara a ideia e decide perseguir um de seus maiores desejos: o de voar. Em busca dessa liberdade, ela embarca numa aventura pelos rios e afluentes da região, em uma viagem capaz de mudar completamente o curso de sua vida.  Atuações Para viver a protagonista, Denise Weinberg apostou certo em uma atuação que parece contida e introspectiva, mas que cuida de todo o coração do filme.  Tereza, muitas vezes pura e inocente, mas com uma sabedoria gigantesca, pega emprestado de Denise um trabalho corporal cuidadoso e sutil.  A mesma qualidade se enxerga em seus parceiros de aventura. Rodrigo Santoro reforça cria para o seu personagem, Cadu, uma interpretação que parece mais contida, mas que conta um remorso do passado que não precisa de muitas palavras para ser entendido.   Cheio de nuances, ele explode em dramaticidade em um ponto chave do filme, mostrando mais uma vez a sua potência como ator. Outro destaque vai para o trabalho da fabulosa Miriam Socarras, aqui interpretando Roberta, que divide parte da aventura com Tereza. Energética e cheia de vida, a atriz consegue uma química invejável entre as duas personagens.   O curso do rio Gabriel Mascaro reuniu forças criativas sólidas para construir sua história, e o mérito maior está em como ele conduz a direção e o roteiro. A narrativa tem um ritmo tão orgânico quanto os rios e afluentes da Amazônia,  acompanhando de perto a jornada dos personagens. O descaso sofrido pelos idosos aparece de maneira sutil, quase sempre nas entrelinhas, revelando um tema delicado que muitas vezes é esquecido .  Ao lado de Tereza durante os noventa minutos de filme, o espectador percebe a dureza e também os desejos de uma vida que pode ser frágil, mas continua repleta de vontades e sonhos. Do ponto de vista estético, tudo em O Último Azul se encaixa com uma elegância rara. A direção de arte se aproveita das paisagens naturais para criar cenas vibrantes  que contrastam com os obstáculos da protagonista. Em momentos-chave, efeitos visuais discretos mas precisos reforçam a atmosfera,   enquanto a fotografia alterna entre registros realistas da natureza — chuva, vento, sol — e instantes de fantasia iluminados por cores de néon, em um efeito quase hipnótico. A trilha sonora de Memo Guerra, em seu segundo trabalho no cinema, merece destaque: trompetes e saxofones compõem uma música que ora é lúdica, ora sinfônica, sempre compassada e emocional, dando ritmo e respiro às aventuras de Tereza. Seu lugar no céu ta garantido Com a repercussão positiva e o apelo de Ainda Estou Aqui,   o cinema nacional ganhou novos holofotes. O Último Azul, vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim,  é mais um exemplo da excelência das artes visuais brasileiras. O filme mexe com um instinto primitivo do ser humano: o de explorar mais de si mesmo, a natureza ao seu redor e, acima de tudo, o desejo quase desesperado de existir — de fazer valer a vida, seja qual for a idade .  Obsoleta se torna a vida quando se fica mais velho. Pelo menos é esse destino que nós, como humanos, aprendemos a reconhecer. Mas, o que acontece quando, ao chegar lá, os sonhos ainda estão vivos? Tereza é uma rebelde por se permitir querer mais. Reaprende a viver, a lutar pela liberdade de ser, e nos leva junto: cabelos prateados ao vento, navegando às margens de um rio em uma surpreendente e autêntica jornada.  Não dá vontade de partir no final. Queremos permanecer com ela, como quem se recusa a acordar de um sonho raro. No entanto, toda viagem precisa ter um fim. E é nesse silêncio devastador que O Último Azul ecoa — lembrando que a vontade de ir além nunca envelhece.

  • Franquia Invocação Do Mal retorna aos cinemas antes da estreia do último filme

    Fãs de terror já podem se preparar para reviver as histórias que assombraram gerações. A Warner Bros. Pictures Brasil acaba de anunciar o retorno dos três primeiros filmes de Invocação do Mal  às telonas, em uma maratona especial entre os dias 21 e 27 de agosto. As sessões antecedem o aguardado lançamento da conclusão da franquia, Invocação do Mal: O Último Ritual , que chega aos cinemas em 04 de setembro. A pré-venda para as reexibições da franquia já está disponível. Essa é a chance de se assustar de novo ou conhecer pela primeira vez Ed ( Patrick Wilson ) e Lorraine Warren ( Vera Farmiga ), investigadores paranormais que enfrentaram alguns dos casos sobrenaturais mais sombrios e assustadores do cinema. Inspirada em eventos reais, a série de filmes que acompanha os famosos demonologistas chega ao seu capítulo final em 2025, quando o casal retorna para lidar com o caso mais perturbador e enigmático de suas carreiras. Para mais informações sobre datas e horários das exibições, confira a programação da rede de cinema mais próxima. Sobre Invocação do Mal 4: O Último Ritual A New Line Cinema apresenta o nono filme do universo cinematográfico Invocação do Mal, que já arrecadou mais de 2 bilhões de dólares nos cinemas,   Invocação do Mal 4: O Último Ritual , dirigido pelo veterano cineasta da franquia, Michael Chaves, e produzido pelos arquitetos do universo Invocação do Mal , James Wan e Peter Safran. Invocação do Mal 4: O Último Ritual é o mais novo eletrizante capítulo do icônico universo cinematográfico Invocação do Mal, baseado em eventos reais. Vera Farmiga e Patrick Wilson se reencontram, para trabalhar em um último caso, como os renomados investigadores paranormais da vida real Ed e Lorraine Warren, uma considerável e arrepiante adição à franquia sucesso mundial de bilheteria. Vera Farmiga e Patrick Wilson estrelam ao lado de Mia Tomlinson e Ben Hardy, nos papéis de Judy Warren, filha de Ed e Lorraine, e seu namorado Tony Spera. O elenco também conta com Steve Coulter, que retorna como Padre Gordon, além de Rebecca Calder, Elliot Cowan, Kíla Lord Cassidy, Beau Gadsdon, John Brotherton e Shannon Kook. Michael Chaves dirige Invocação do Mal 4: O Último Ritual  a partir do roteiro de Ian Goldberg & Richard Naing e David Leslie Johnson-McGoldrick, com argumento de David Leslie Johnson-McGoldrick & James Wan, baseado nos personagens criados por Chad Hayes & Carey W. Hayes. Os produtores executivos são Michael Clear, Judson Scott, Natalia Safran, John Rickard, Hans Ritter e David Leslie Johnson-McGoldrick. Em sua equipe criativa atrás das câmeras, Chaves conta com o diretor de fotografia Eli Born; o designer de produção John Frankish; os editores Elliot Greenberg e Gregory Plotkin; o supervisor de efeitos visuais Scott Edelstein; o produtor de efeitos visuais Eric Bruneau; o figurinista Graham Churchyard; Rose Wicksteed e Sophie Kingston-Smith, responsáveis pelo elenco; e o supervisor musical Ian Broucek. A trilha sonora foi composta por Benjamin Wallfisch. A New Line Cinema apresenta uma produção da Safran Company/Atomic Monster, Invocação do Mal 4: O Último Ritual , que será lançado e distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures nos cinemas e salas IMAX de todo mundo.

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