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- 10 lançamentos de janeiro de 2026 para você assistir nos cinemas
Chegou um novo ano e com ele também chegam novos lançamentos e a tão aguardada temporada de premiações. Confira os principais lançamentos de janeiro de 2026 para assistir nos cinemas. 1 - Família de Aluguel A produção acompanha um ator americano em Tóquio, ele então começa a trabalhar para uma agência japonesa de “parentes de aluguel” , isso mesmo, mas o contato com os clientes e as famílias, a linha entre profissional e pessoal fica cada vez mais difícil. A produção conta com Brendan Fraser no elenco e promete te fazer rir e te emocionar. Lançamento: 08/01 2 - Hamnet: A Vida Antes de Hamlet Um dos filmes mais cotados para o Oscar 2026 chega aos cinemas em breve e contará com sessões antecipadas a partir do dia 9 de janeiro. Hamnet acompanha William Shakespeare, como ele conheceu sua esposa, Agnes, e como a morte do filho Hamnet deu origem a uma das peças mais famosas do artista. A produção é baseada no livro de mesmo nome de ficção que levou em conta o histórico da vida de Shakespeare para imaginar como foram esses momentos. Lançamento: 15/01 3 - O Beijo da Mulher Aranha A produção acompanha Valentín, um preso político, que divide cela com Molina, um decorador de vitrines condenado por atentado ao pudor. Os dois formam um vínculo improvável enquanto Molina reconta o enredo de um musical de Hollywood estrelado por sua diva favorita do cinema , que será interpretada por Jennifer Lopez. Lançamento: 15/01 4 - Extermínio: O Templo dos Ossos A franquia Extermínio volta aos cinemas em janeiro e acompanha Dr. Kelson, que se vê envolvido num novo relacionamento chocante e com consequências que podem mudar o mundo como eles o conhecem, e o encontro de Spike com Jimmy Crysta se torna um pesadelo do qual ele não consegue escapar. Lançamento: 15/01 5 - Terror em Silent Hill: Regresso para o inferno Os fãs de terror terão muito o que comemorar esse mês, pois terão muitos lançamentos do gênero. Em Terror em Silent Hill acompanhamos James, que recebe uma carta misteriosa de seu amor perdido, Mary, ele então é atraído para Silent Hill, uma cidade perfeita para um filme de terror. Enquanto James procura sua amada, ele enfrenta criaturas monstruosas e desvenda uma verdade aterrorizante que o levará ao limite da sanidade. Será mesmo? Vamos ter que assistir para descobrir. Lançamento: 22/01 6 - Justiça Artificial Justiça Artificial promete ser uma ficção científica que divide opiniões, isso porque a Inteligência Artificial está em foco no longa. O filme acontece em um futuro próximo, quando um detetive é acusado de assassinar a própria esposa, ele então só tem 90 minutos para provar sua inocência à avançada justiça de Inteligência Artificial que ele mesmo ajudou a implementar. A produção estará disponível em IMAX. Lançamento: 22/01 7 - Marty Supreme O filme que pode dar o Oscar de Melhor Ator a Timothée Chalamet conta a história de um jovem prodígio do tênis de mesa que tem sonhos grandiosos e estilo de jogo arrojado, mas é desacreditado pelas outras pessoas. Buscando provar sua capacidade, ele faz de tudo para alcançar o tão sonhado reconhecimento. Lançamento: 22/01 8 - Socorro! Em “Socorro!” acompanhamos um chefe e uma funcionária que se odeiam e são os únicos sobreviventes de um acidente aéreo. Os dois acabam isolados numa ilha deserta e precisam decidir se cooperam ou competem para escapar. Pode esperar muito humor ácido e um thriller psicológico de tirar o fôlego. Lançamento: 29/01 9 - Song Sung Blue: Um Sonho a Dois Baseado em uma história real, o filme acompanha um casal de músicos azarados que viaja fazendo shows em homenagem à obra de Neil Diamond. Os dois vivem altos e baixos em sua jornada musical e provam que nunca é tarde para encontrar o amor e seguir seus sonhos. Lançamento: 29/01 10 - O Primata Para fechar a lista não poderia faltar mais um filme de terror. A produção acompanha Lucy, uma universitária que vai passar férias em casa com a família e aproveita a ausência do pai para organizar uma festa na piscina, esse roteiro até parece familiar, mas o problema surge quando durante o evento, seu chimpanzé de estimação surge irreconhecível e agressivo, contaminado com raiva e fazendo todos encontrarem uma forma de fugir. Lançamento: 29/01
- O que foi o final de Stranger Things?
O último episódio de Stranger Things foi lançado dia 1 de janeiro. Depois de uma década, os fãs receberam enfim a última temporada que trouxe muitas aventuras e reviravoltas e o colapso de vecna e do mundo invertido. Nesses últimos episódios vimos Max finalmente sair das memórias do vecna e Kali e Eleven se unirem para salvar as crianças capturadas. Uma luta rápida Muitas pessoas criticaram a luta extremamente rápida entre o vecna e o grupo de Eleven, os irmãos Duffers explicaram que Vecna não estava esperando um ataque surpresa do devorador de mentes e por isso não haveriam aquelas criaturas rápidas e que fazem um estrago com qualquer um. O que não faria muito sentido, já que a Holly tinha conseguido fugir para o mundo invertido onde encontrou com a sua irmã e amigos, logo Vecna teria que ter uma noção de que eles tentariam entrar pelo mesmo lugar que Holly saiu . Mas como eles só tinham duas horas de episódios e o grupo não seria capaz de sobreviver caso estivessem lutando de verdade com os demongorgons, o devorador de mentes e o Vecna. A revelação de Kali Depois que Kali apareceu, todos os espectadores ficaram muito intrigados do porquê ela estava lá e o motivo dela chamar o Vecna de Henry e irmão o tempo todo. A aparição dessa personagem trouxe muitos questionamentos, o principal era saber se ela estava a favor ou contra o grupo, se ela estava lá apenas para proteger o Vecna e mostrar que estava do lado dele o tempo todo. No entanto, Kali se mostrou muito proativa e disposta a correr riscos para salvar a Eleven e o grupo . Principalmente depois da história que o Mike inventou para amenizar o final, mostrando que ela não era do mal e que ela esteve disposta de salvar a Eleven no final para ela ter uma vida normal. O final Depois que saíram os primeiros episódios da última temporada, muitas pessoas começaram a criar teorias para adivinhar o que aconteceria no final. Como, revelar que Kali estava sabotando o grupo e que ela seria o suposto devorador de mentes ou que Eddie não morreu e ele voltaria para ajudar a destruir o Vecna. Mas o final não pode ser mais aberto do que esse , a Vick namorada de Robin desapareceu e não foi mais mencionada, para Eleven o Mike criou uma história que pode ou não ser verdade, não disseram o que aconteceu com a namorada do Dustin e os militares simplesmente sumiram sem explicar nada. Os irmãos falaram que queriam deixar para o público interpretar. A série foi incrível do início ao fim, com altos e baixos, mas poderiam ter entregado muito mais. Se eles não tivessem desperdiçado os últimos quatro episódios enchendo linguiça, poderiam ter feito uma batalha mais elaborada e dado mais explicações para os fãs.
- Pluribus é o apocalipse provocativo imperdível de Vince Gilligan
Não tem como passar batido uma nova produção do criador de Breaking Bad. A surpresa aqui é que Pluribus, com pouco tempo, já se tornou a série mais assistida da AppleTV+. A primeira temporada encerrou recentemente, então juntamos aqui algumas reflexões sobre a série. De muitos, um O que faz Pluribus ser especial é primeiramente a sua premissa disruptiva. Um tipo de “vírus” capaz de contagiar toda a humanidade e “condenar” todos a alcançar a felicidade extrema é um tipo de ameaça contraditória, se pensarmos na maioria das produções com a mesma temática. Colocar o público junto de uma protagonista que expressa o contrário dessa felicidade toda, faz dessa série um produto com mais profundidade ainda. Sem querer me repetir, mas já repetindo : a capacidade de atuação de Rhea Seehorn é de outro mundo. Carol Sturka é uma mulher aprofundada no seu próprio luto enquanto tenta reverter o que aconteceu com o mundo. É uma heroína falha e digna de ser vista. A Rhea consegue aprofundar essa personagem em toda a sua amargura, de forma que o seu tormento encontra um sarcasmo tenebroso em cena. A Karolina Wydra que interpreta a versão integrada de Zosia consegue nos comover e nos afeiçoar só com o seu olhar, mesmo sabendo que a personagem não é mais humana como antes. O ritmo deliberado da série também é algo a se colocar em destaque. As revelações da série nunca se apressam. Elas são baseadas no comportamento do ambiente e dos personagens, e muito menos nos diálogos. É preciso estar atento para não perder nada. Recentemente foi percebido que a qualidade de diálogos e de roteiro nas produções mais recentes decaiu propositalmente. Os estúdios almejam mais um roteiro expositivo e simples, a fim de tentar recuperar um público que prende a atenção cada vez mais para o celular. Manter o espectador imerso na história está ficando difícil. Com isso em mente, é bom ainda termos séries como Pluribus que escolhe o contrário: convidar o expectador a consumir sua obra em plena e total atenção. Esta talvez seja a maior contribuição da série para com a humanidade. Arte pura, sem distrações. Esta série foi feita por humanos Pluribus consegue caminhar com o público para diversas interpretações. Quando começo a pensar sobre a temática apresentada, logo me vêm alguns dos conhecimentos filosóficos e espirituais mais antigos do mundo. Algo sobre esse estado de iluminação, na série, só poder ser alcançado de forma forçada me intriga… O mestre iogue indiano Paramahansa Yogananda afirmava que o senso de unidade com a humanidade nasce do reconhecimento de que todos são partículas vindas de Deus. Já a filosofia Advaita Vedanta ensina que a separação entre indivíduos é uma ilusão, e que, em essência, todos somos um. A ideia de dissolver o ego atravessa grande parte das religiões e filosofias ao redor do mundo. Penso que Vince cria, em Pluribus, uma provocação instigante para todos esses conceitos. Ao colocar toda a humanidade trabalhando para um único bem, algo se perde no processo: a individualidade, a divergência de opiniões, as formas singulares de expressão — e até a arte, que tantas vezes nasce do contraste, da dor ou do conflito . A ideia de uma alma compartilhada cria uma ruptura justamente naquilo que torna cada ser humano irrepetível. Pluribus não rejeita a unidade; ela questiona o preço de torná-la obrigatória. Como seres humanos, somos feitos de desejos, metas e impulsos contraditórios. Em muitos momentos, tudo o que queremos é acordar em um mundo de plena paz, onde nada falte e tudo funcione. Mas a série nos provoca uma pergunta incômoda: seríamos capazes de habitar uma realidade assim? Uma realidade tão estável, tão harmoniosa, tão livre de atritos? Onde foi parar meu vizinho que toca música alta todo domingo? E talvez seja justamente aí que mora o desconforto. Ao transformar a unidade em estado permanente, a série parece questionar se a harmonia absoluta não exige o sacrifício daquilo que nos torna únicos: nossas contradições, nossos excessos, nossas falhas — e, principalmente, nossa capacidade de sentir profundamente. Você está feliz, Carol? A nova série de Vince Gilligan foi fruto de quase uma década de pensamentos e trabalho para que seja colocada em tela. A junção de uma fotografia impecável, uma produção intelectual cheia de momentos icônicos e que, com sua temática, é capaz de praticamente atacar cada indivíduo que a assiste com uma teia de pensamentos sobre a vida, o coletivo e os interesses individuais. É gratificante assistir uma série com uma ideia tão original, provocativa e subversiva em tela. Novas temporadas virão! E que arremessam bastante Emmys na estante de Vince Gilligan!
- As melhores séries de 2025
Em 2025 tivemos importantes continuações de séries e novos lançamentos, nossos redatores escolheram os melhores deste ano. Vem descobrir quais foram! Boots Redatora: Maria Tosin A produção original da Netflix chegou de mansinho, mas conquistou o Top 10 logo na primeira semana. A série é baseada no livro The Pink Marine, de Greg Cope White e conta a história de Cameron Cope, que resolve entrar nos Fuzileiros Navais na década de 90 para acompanhar seu melhor amigo, mesmo Cope sendo homosexual. A série retrata a instituição de uma forma diferente de tudo que já vimos, os personagens são bem desenvolvidos, o que faz nos apegarmos rapidamente a cada um deles, a produção mistura comédia e drama de uma forma brilhante e é impossível não maratonar tudo em um dia só. The Studio Redator: Marcos Silva Hollywood está cada vez mais louca! Nesta série original, acompanhamos o Seth Rogen como Matt Remick, um entusiasta apaixonado por cinema que acaba de se tornar chefe de um dos estúdios mais clássicos da história. Ele agora tem a difícil missão de tocar os novos projetos e de trazer aquele lucro bilionário para o estúdio. Só que no meio do caminho ele vai precisar destruir alguns sonhos – alguns deles sendo os seus próprios. The Studio é uma das melhores comédias da AppleTV+. Ela traz críticas afiadas e cirúrgicas à indústria de filmes e conta com participações especiais de rostos famosos que resultam em cenas inusitadas e hilárias. A série foi renovada para uma segunda temporada, e já temos uma fila de pessoas querendo aparecer em uma pontinha. Quem não ama não se levar a sério de vez em quando, né? Donos do Jogo Redatora : Tatiana Lousada Nesta série acompanhamos Profeta, um rapaz que veio do interior do Rio de Janeiro para a capital para expandir seus negócios de jogos de azar. Ao longo dessa história vamos acompanhá-lo se tornar destaque entre os mais poderosos e até casar com a filha, Mirna Guerra, um dos maiores bicheiros do Rio de Janeiro. Essa história baseada em fatos reais, em que ele vai se meter numa briga de família, entre as irmãs Guerra, que muitas pessoas serão eliminadas e muitas revelações virão nessa próxima temporada. Ninguém Quer - 2ª temporada Redatora: Nathália Correia Quem diria que o envolvimento entre uma podcaster agnóstica, com um histórico no mínimo duvidoso para relacionamentos, e um rabino em formação renderia tanto para a Netflix. Na série, Joanne apresenta um podcast sobre sexo e relacionamento junto com sua irmã. Entre dates desastrosos, jantares e noites com amigas, ela conhece Noah, um rabino charmoso com quem desenvolve uma forte química. O relacionamento entre eles parece perfeito, se não fosse por um pequeno detalhe: Joanne é agnóstica e Noah não pode se relacionar com alguém fora da religião. A segunda temporada retomou tudo que mais amamos na produção: humor leve e ácido na medida certa, ensinamos e reflexões, amor e uma nova construção dos personagens que acompanhou a evolução entre as temporadas. Dexter: Ressurreição Redator: Maurício Neves Sim, ele voltou! Após Dexter (2006-2013), Dexter: New Blood (2021-2022) e Dexter: Pecado Original (2024-2025), Dexter: Ressurreição marca a quarta sequência da história iniciada lá em 2006. Com o retorno do excelente Michael C. Hall, que definitivamente NASCEU para viver esse papel, a série também conta com a volta de Clyde Phillips no desenvolvimento. A história se passa 10 semanas após os eventos de Dexter: New Blood, onde Dexter se recupera de seu ferimento quase fatal. Ao localizar seu filho Harrison, ele parte em busca do mesmo em Nova York, enquanto o capitão Angel Batista, de Miami, o persegue. No elenco ainda temos grandes nomes, como Uma Thurman, Peter Dinklage, Krysten Ritter e Neil Patrick Harris. Contando todas as encarnações do personagem, podemos dizer que essa é, ao todo, a 11ª temporada, e a série já está renovada para um novo ano. Ressurreição foi um sucesso, tanto de audiência quanto de crítica. Aqui fica nítido todo o cuidado em reparar erros cometidos anteriormente e tão criticados por fãs, ao tentar retornar às raízes com uma história que empolga a cada episódio. Tudo isso mostra que o nosso serial killer favorito está mais vivo do que nunca e ainda tem fôlego para muito mais! Você assiste a todos os episódios na Paramount+. Andor Redator: Fabrizzio Laroca A série prequel de Rogue One, chega em 2025 com uma segunda temporada muito esperada e surpreende novamente. Considerada por muitos o maior acerto de Star Wars dos últimos 20 anos, Andor é uma série que foge do protagonismo da força para focar em algo que se aproxima muito mais do mundo real e que está presente desde a trilogia original: A rebelião. A segunda temporada se aprofunda em assuntos ainda mais pesados e mostra o lado mais sanguinário do império, fazendo jus ao antagonismo dessa mão invisível e implacável coordenada pelo Imperador Palpatine, representado na série, por chefes de cadeias menores que comandam, torturam, escravizam e cometem genocídio de planetas inteiros. Andor já havia conquistado a fanbase de Star Wars, mas fecha sua série com chave de ouro em uma sequência avassaladora. São 5 episódios finais repletos de ação, conflito e um roteiro muito bem amarrado. Se você não entende nada de Star Wars, essa é a série ideal para começar. Você pode assistir todos os episódios no Disney+. Ruptura Redator: Silas Castro A 2ª temporada de Ruptura é do jeito que um fã de mistério gosta: traz várias respostas que a 1ª temporada apresentou, mas também apresenta novas perguntas intrigantes sobre o universo dessa série que consegue ao mesmo tempo ser tão pé no chão e tão fora da estratosfera da nossa realidade. A segunda temporada expande o nosso conhecimento do passado da Lumen e de seus verdadeiros objetivos, além de esclarecer o que exatamente Mark e os outros "innies" estavam trabalhando no projeto Cold Habor. Com um final excepcional a série tem muito potencial e merece ser citada como uma das melhores do ano. É possível assistir na Apple TV.
- Os melhores filmes de 2025
O ano de 2025 está chegando ao fim e não poderíamos deixar de escolher os melhores filmes lançados este ano. Confira a seleção feita por nossos redatores. Pecadores Redatora: Maria Tosin Pecadores foi lançado em abril de 2025, mas ninguém conseguiu superar o quão incrível esse filme é. A produção acompanha dois irmãos gêmeos que tentam deixar suas vidas problemáticas para trás e retornar à sua cidade natal para recomeçar, mas eles descobrem que o mal está à espera para recebê-los. O diretor Ryan Coogler conseguiu misturar terror, vampiros e uma crítica social extremamente bem amarrada , sem contar com a trilha sonora original que é um espetáculo à parte, uma verdadeira celebração à cultura negra e também ao terror, já que carrega diversas referências ao gênero. Não é à toa que está concorrendo a seis categorias no Globo de Ouro 2026, e vem Oscar por aí com certeza. O filme já pode ser visto na Max. O Agente Secreto Redator: Fabrizzio Laroca O Brasil encerra o ano muito bem representado nessa lista. Kléber Mendonça Filho mais uma vez mostra o Brasil em seus detalhes de forma poderosa. Em momento algum citando qual é o grande terror que assola a vida de Marcelo de forma escancarada, o diretor mostra em nuances um país massacrado pelas garras invisíveis da ditadura. Um autoritarismo presente nas instituições, sejam elas privadas ou públicas, fazendo com que aqueles que tem o poder, usem ele da forma que bem entendem, impondo um futuro incerto para aqueles que tentam enfrentá-los. É uma história que fala sobre memórias, sejam aquelas que foram gravadas, escritas ou as que foram apagadas da história. Wagner Moura brilha como Marcelo, dona Tânia Maria é deslumbrante como Dona Sebastiana e revela para o mundo o maior bem precioso do brasileiro: A pluralidade de talentos que temos em um país imenso , com uma quantidade igualmente grande de talentos escondidos! Superman Redator: Marcos Silva Este filme veio com uma tarefa difícil: começar do zero o Universo Cinematográfico da DC após uma série de flops . O baixo interesse do público por histórias de super-herói junto da queda de popularidade da grandiosa Marvel foram alguns dos desafios que James Gunn enfrentou no caminho. E a tarefa se deu como cumprida! Superman é um filme colorido, cheio de coração e sem medo de se entregar às fantasiosas invenções dos quadrinhos. David Corenswet entrega uma personalidade carismática (e punk rock!) a um personagem consagrado, e praticamente inventa a química em cena com Rachel Brosnahan. Nicholas Hoult entrega um milionário mimado que bota medo de tão perto da realidade que ficou. James Gunn resgatou a esperança de um Universo DC que faz jus à essência dos seus personagens. Assim como no excelente Thunderbolts* da concorrente, é nítido que o problema nunca foi o sub gênero de super-heróis, mas sim a maneira de se contar uma história. Superman é lindo de ver, e está disponível na HBO Max. Thunderbolts Redator: Silas Castro Sabemos que a Marvel anda em uma sequência de produções de média qualidade para baixo. Mesmo Capitão América 4 (ou seria Hulk 2?) não sendo um filme ruim, a trama parece quase toda amarrada no passado do MCU e pouco no futuro dele , com exceção da questão do Adamantium. Enquanto o novo Quarteto Fantástico é exatamente isso, novo e em um universo separado , o que deu uma folha em branco para ele ser livre em sua narrativa, mas também o tornando bem desconexo com a trama do restante das franquias, Thunderbolts (ou melhor dizendo, Novos Vingadores) consegue fazer o que o primeiro filme dos vingadores fez tão bem: unir personagens de diversos filmes e séries diferentes já apresentados em uma boa história que aborda assuntos relevantes como depressão e outros problemas psicológicos. A interação entre esses diversos "fracassados" é divertida justamente por eles serem falhos, já que isso os torna mais humanos que os outros heróis do seu universo. Bob/Sentinela/Vácuo realmente rouba a cena com sua ingenuidade com o carisma sarcástico de Yelena, que é a "mãe" desse time e no final os Thunderbolts é o grupo errado que deu certo. Você pode assistir no Disney+. Estado Elétrico Redatora : Tatiana Lousada Nesse filme acompanhamos Michelle, uma garota que acabou de perder seu irmãozinho de uma forma bem misteriosa. Tomada pelo ódio do falecimento de seu irmão, ela encontra um antigo boneco que começa a se comunicar com ela através de frases de efeito , esse era um boneco que marcou a infância dos dois, ele diz a ela que é seu irmão, não literalmente mas mentalmente pois seu corpo está em estado de coma em um laboratório. O filme conta com dois atores de grande peso, Millie Bobby Brown e Chris Patty, ele interpreta um contrabandista que acaba se encontrando com Michelle na jornada de encontrar seu irmão. Você pode assistir na Netflix. A Hora do Mal Redatora: Nathália Correia Cidade qualquer, noite comum, pais adormecidos, crianças desaparecidas. Em uma noite qualquer todas as crianças da mesma sala de aula desaparecem, no mesmo horário, sem deixar pistas ou rastros. No dia seguinte, a professora é acusada e a polícia e os pais tentam resolver dois grandes mistérios: onde estão as outras crianças e por que apenas uma escapou? Apesar de falhar em alguns momentos, enrolando na narrativa, e entregar um final que não me agradou, o filme conquista no suspense, na tensão e na alternância entre pontos de vista da história, que enriquecem a produção. Você pode assistir na HBO Max. Acompanhante Perfeita Redator: Maurício Neves Já no inicinho de 2025 fomos surpreendidos com uma produção que mistura suspense com ficção científica. Sem muito alarde (e convenhamos, esses sempre são os melhores filmes), Acompanhante Perfeita chegou aos cinemas no finalzinho de janeiro, com direção do novato Drew Hancock. Embora um nome não tão conhecido, a produção conta com o nome de Zach Cregger, o mesmo de A Hora do Mal e Noites Brutais . Com um enredo super atual, o filme foca em Iris e Josh, um casal que se conhece em um mercado e se apaixona. Em um fim de semana especial, ambos viajam para uma casa de campo com amigos. Porém, as coisas se transformam em pesadelo quando é revelado que Iris é um robô, desencadeando eventos caóticos. Com isso, Iris luta para sobreviver e entender sua existência. Com os queridos e carismáticos Sophie Thatcher (Yellowjackets) e Jack Quaid (The Boys), o longa é muito divertido e traz ótimas atuações dos protagonistas, com muitas revelações surpreendentes durante o desenvolvimento. É um excelente começo para Drew Hancock, e com certeza é uma obra que merece ser notada, assistida e reassistida. Você encontra este na HBO Max.
- “A Empregada” é outro suspense sobre “família perfeita”
Baseado no romance de 2022 de Freida McFadden, A Empregada chega aos cinemas com um elenco de peso, com nomes como Sydney Sweeney, Amanda Seyfried, Brandon Sklenar e Michele Morrone. Coproduzido e dirigido por Paul Feig, com roteiro de Rebecca Sonnenshine, o longa estreia no Brasil no dia 01 de janeiro de 2026. A convite da Paris Filmes, assistimos antecipadamente ao longa. A seguir, nossas considerações. Enredo Millie Calloway (Sydney Sweeney) procura um recomeço após um passado turbulento, então se candidata para trabalhar como empregada doméstica. Ao ser contratada pelo casal milionário Nina (Amanda Seyfried) e Andrew Winchester (Brandon Sklenar), ela percebe que o trabalho vai ser mais difícil do que imaginava. Por seu histórico problemático, Millie acredita que não conseguirá uma oportunidade melhor e, portanto, aceita tudo de cabeça baixa. Com o tempo, ela descobre que os segredos da família são mais sombrios do que os seus. Roteiro Como eu não li o livro, adianto que minha opinião é com base apenas no filme. O filme começa com Millie chegando à casa de Nina para uma entrevista para a posição de empregada na casa da família. Morando em seu veículo e tentando se reconstruir, ela consegue a posição, onde também terá que morar na casa (mais especificamente no quarto do sótão). Nina, que primeiramente se mostrou receptiva, começa a se mostrar mentalmente desequilibrada. Por outro lado, Andrew, seu marido, é lindo e atencioso. Embora tentem passar essa visão de família perfeita, toda a cidade comenta sobre o passado dos Winchesters. As interações entre Nina e Millie são ótimas, e ambas as personagens são muito inteligentes e conseguem contornar as situações criadas por cada uma. Se na primeira parte vimos o lado de Millie, na segunda parte é Nina que toma controle e explica suas motivações. E se antes a víamos como a maluca, a partir disso entendemos o que a levou a tudo. As explicações fazem sentido, e embora o plot twist não seja chocante, o final é satisfatório e traz alívio. Embora tenha 131 minutos, o filme não passa essa sensação de ser longo ou arrastado. Uma coisa que me incomodou um pouco e que senti que não combinou muito com o filme foi a narração relacionada aos pensamentos dos personagens. Mas também entendo ser uma forma de adaptar o livro para a tela, e essa é uma das coisas que são realmente difíceis de trazer para o audiovisual. Detalhe para a cena que toca “Cinnamon Girl”, da Lana Del Rey, uma das grandes favoritas dos fãs! E também para as cenas do Brandon sem camisa (falando sério, ele poderia ficar o filme todo sem, né? rs) Elenco Sydney Sweeney, embora se esforce, não consegue tirar aquela expressão de sonsa que ela sempre traz para todas as personagens que faz. Amanda Seyfried é a verdadeira estrela do filme e ela brilha fazendo a enigmática Nina, sabendo dosar bem todos os humores da personagem. Brandon Sklenar está cada dia mais gostoso, e aqui é nítido o porquê de ambas as protagonistas ficarem loucas por ele. O cara é charmoso e conquista somente com o olhar. Michele Morrone talvez tenha aqui o seu trabalho mais fácil até então, em que o mesmo entra mudo e sai calado. Considerações Paul Feig é um diretor que já tem grandes trabalhos em seu portfólio, como Missão Madrinha de Casamento (2011), Um Pequeno Favor (2018) e Uma Segunda Chance para Amar (2019), e aqui ele carrega novamente o fardo de adaptar um romance, algo que vem sempre com muito temor entre os fissurados em leitura. Sabemos o quanto é difícil adaptar um livro, e, dessa vez, já foi avisado antecipadamente. O filme teve algumas mudanças significativas. Agora resta saber se os fãs da obra vão curtir. Embora com um elenco forte, Sydney Sweeney se meteu em polêmicas esse ano, o que ocasionou um flop em seus últimos lançamentos. Será que dessa vez as coisas mudam para a loira? Não li o livro e também assisti ao filme sem saber muito sobre a história, acho que por isso acabei me surpreendendo positivamente. Apesar de a história não ser original e já termos visto enredos semelhantes em outros projetos, A Empregada é uma produção que consegue te deixar intrigado com toda a maluquice que acontece na primeira hora. Quem assiste a filmes de suspense que retratam “família perfeita” talvez não se surpreenda com o plot twist , mas a história gera curiosidade, e o final ainda deixa ponta para sequências (são 3 livros ao todo, confesso que fiquei curioso para lê-los).
- 5ª temporada de Emily in Paris: Emily de volta a Paris
No dia 18 de Dezembro estreou a quinta temporada de Emily in Paris, na Netflix. Nessa temporada vamos acompanhar a Emily em Roma e depois de volta a Paris e as reviravoltas que a nossa americana sempre tem. Enredo No fim da quarta temporada acompanhamos Emily terminar com Gabriel e seguir com Marcelo para Roma, Itália. E como a família dele tem uma marca muito famosa na Itália, Emily viu uma oportunidade de expandir a empresa Grattô para lá e Sylvie aceitou a proposta. Mas depois de alguns dias Emily acabou por romper com a família de Marcelo, Sylvie não conseguiu manter mais clientes e Luc também perdeu a marca que ele estava no controle. Com isso, eles resolveram fechar a empresa em Roma e retornar para Paris, a partir daí Emily também começou a repensar toda a sua trajetória e como a sua vida já estava encaminhada em Paris. O dilema Ao longo das temporadas Emily se mostrou uma mulher muito insegura em seus relacionamentos e pouco foco no que acontecia ao seu redor, sua vida era regida por quem ela estava. Quando estava com Gabriel, queria ficar em Paris, quando estava com Alfie queria ir para o Reino Unido e quando estava com Marcelo queria ir para Roma. Ela ia para onde os namorados estavam e não aonde ela sentia que pertencia, nessa temporada a gente vê essa virada de chave na vida dela. Em que ela acaba por terminar com Marcelo por saber que eles não darão certo porque ele precisa viver na Itália por conta dos negócios da família e ela já tem sua vida estruturada em Paris. A quebra do ciclo Quando Emily quebra esse ciclo vicioso que ela tanto insiste em manter, nós conseguimos ver uma transformação de uma menina para uma mulher . Vemos a mudança de alguém insegura para alguém determinada em fazer não só o seu trabalho dar certo, mas a sua vida como um todo, não só pensando em relacionamento. Essa virada de chave muda tudo a respeito da nossa protagonista, conseguimos ver o quanto ela está evoluindo e que agora o foco se torna ela e as amizades que fez ao longo do caminho e não os amores que ela deixou reger a sua vida . Essa quinta temporada foi um alívio para quem estava acompanhando toda essa montanha russa, porque é muito bom ver alguém evoluindo depois de tantos anos não sabendo o seu lugar ou como se comportar.
- Ubook é indicada ao Prêmio Rose d’Or Latino, na categoria Áudio
The Red Harlequin , produção em áudio original da Ubook, foi indicada ao Prêmio Latino Rose d’Or na categoria Áudio, uma das mais importantes premiações internacionais dedicadas à excelência em conteúdo e narrativas inovadoras. A indicação reafirma a aposta da plataforma em conteúdos originais de alto nível e na valorização do áudio como linguagem central da economia criativa. A premiação Rose d’Or surgiu em 1961, na Suíça, e é considerada uma das mais prestigiadas do mundo na área de entretenimento e conteúdo. A partir dessa trajetória, foi criado o Rose d’Or Latino, com o objetivo de valorizar projetos que se destacam por originalidade, qualidade artística e inovação de formato. Ao incluir o áudio entre suas categorias, o Rose d’Or Latinos afirma o som como linguagem artística completa, dramaturgia, narrativa e experiência sensorial, no mesmo patamar de excelência criativa da televisão, do cinema e do conteúdo digital. A categoria Áudio avalia projetos que se sobressaem pela originalidade do roteiro, qualidade da produção sonora, uso criativo de trilha e ambiência, interpretação vocal, impacto cultural e inovação de formato, legitimando o áudio como obra autoral e não como produto acessório. Nesse contexto, a indicação ao Rose d’Or Latino representa um reconhecimento à obra selecionada e à trajetória da Ubook no desenvolvimento de conteúdos autorais, premium e multiplataforma, ampliando a visibilidade internacional da produção brasileira. Vale ressaltar que é a primeira indicação de uma produção de uma plataforma brasileira na categoria Áudio com a Ubook, reforçando o papel da plataforma como pioneira e referência na produção de audiobooks, audiosséries e documentários em áudio. Além da categoria Áudio, o Brasil também concorre em outras frentes da premiação: na categoria Minissérie, com Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente (Warner Bros. Discovery/Morena Filmes/HBO Max/Brasil); em Telenovela, com Paulo, o Apóstolo (Seriella Productions/Record/Brasil) e Vale Tudo (Estúdios Globo/TV Globo/Brasil); em Docussérie, com Mulher da Casa Abandonada (Coiote/Prime Video/Brasil); e em Branded Entertainment, com Shark Tank Creators (Floresta/YouTube/Brasil), entre outros. Sobre a obra indicada – The Red Harlequin Baseada na série literária de fantasia distópica escrita por Ricardo Ricci, The Red Harlequin se passa em um mundo rigidamente controlado por um regime autoritário que utiliza entretenimento, espetáculos e símbolos como ferramentas de dominação social. Nesse universo, o medo e a alienação são mascarados por performances públicas e jogos de poder, enquanto a população é mantida sob vigilância constante. A trama acompanha a ascensão de uma figura misteriosa conhecida como Red Harlequin, símbolo de ruptura e resistência, que desafia o sistema a partir de dentro, usando inteligência, encenação e estratégia para expor as contradições do regime. Ao longo da narrativa, alianças improváveis são formadas, segredos do passado vêm à tona e personagens complexos transitam entre lealdade, traição e sobrevivência. Em entrevista, o autor Roberto Ricci revela o que o levou a escrever essa obra: "Eu criei essa história há cerca de 10 anos, em meio a alguns movimentos sociais globais muito poderosos, como os Indignados1, a Primavera Árabe e Occupy Wall Street. Havia muita agitação social naquela época, e como escritor, eu queria escrever algo para incentivar os leitores jovens a desafiarem o status quo e lutar pelo que acreditam ser certo”. Ele se mostrou muito animado ao saber que aqui no Brasil seus personagens teriam vozes distintas. “Nenhuma outra editora no mundo fez o que vocês fizeram com TRH. Trabalho incrível!”. A produção em áudio realizada pela Ubook transforma os cinco livros da série em uma experiência imersiva, com mais de 30 atores interpretando cerca de 50 personagens, trilha sonora original e desenho de som cinematográfico. A produção tem narração e participação de João Bellotto e reúne nomes conhecidos da dramaturgia brasileira, como Eriberto Leão, Leonardo Franco e Isabel Guéron , elevando a complexidade emocional e narrativa da história. The Red Harlequin reafirma a força do áudio como linguagem narrativa e consolida a aposta da plataforma em produções originais de alto nível, agora reconhecidas internacionalmente com a indicação ao Prêmio Rose d’Or Latino. Book Trailer: Book Trailer: The Red Harlequin (Ubook) - YouTube Audiobook Livro 1 - The Red Harlequin - Máscaras e Cromos Audiobook Livro 2 - The Red Harlequin - O Reino da Enganação Audiobook Livro 3 - The Red Harlequin - A Ascensão do Arlequim Audiobook Livro 4 - The Red Harlequin - Um Novo Alvorecer Audiobook Livro 5 - The Red Harlequin - A Vidente Ficha técnica Título da Série: The Red Harlequin Formato: Audiobook Produtora: Ubook – UBK Publishing House Autor do livro: Roberto Ricci Diretora de Elenco: Shirley Klein Diretora de Conteúdo e Produção: Cristina Albuquerque Produção Executiva: Cristina Albuquerque, Maíra Oliveira e Shirley Klein Coordenação de Produção: Maíra Oliveira Roteiro de Sound Design: Shirley Klein Sound Design: José Maria Almeida Elenco / Casting: João Belloto como Asheva Eriberto Leão como Chtomio Leonardo Franco como Grande Ancião Isabel Gueron como Mãe do Asheva Otto Jr como Pai do Asheva Dom Vitor como Andahar Claudio Amado como Arauto Azul Tarcisio Pureza como Astor Fabio Darrochela como Comerciante Azul Luiz Nunes como Diretor Paetco e Narrador Neutro Ingo Ostrovsky como Grande Vizir (Staffan Viura) Fernando Prado como Orador Pedro Lopes como Arlequim Prisioneiro Alexandre Dantas como Carcereiro Guga Almeida como Cromo 2 Paulo Giardini como Cromo 4 Pedro Lopes como Cromo 5 Ana Elisa como Cromo 6 Jorge Ramos como Cromo 7 Giovanna Faria como Cromo 8 Misseia Rodrigues como Cromo 9 Dudu Fevereiro como Cromo 10 Shirley Klein como Cromo 11 Maíra Oliveira como Cromo 12 Márcio Marques como Cromo 13 Guga Almeida como Cromo assistindo o julgamento Ana Elisa como Cromo criança Pedro Lopes como Cromo exaltado Diogo Carneiro como Cromo gordo Márcio Marques como Cromo preto assistindo a execução Adriano Pelegrini como Espectador do pronunciamento 3 Nikita Sigrist como Espectador do pronunciamento 4 Diogo Carneiro como Fazendeiro Alexandre Varella como Guarda Guga Almeida como Guarda Paulo Giardini como Guarda Adriano Pelegrini como Guarda Adriano Pelegrini como Guarda 1 Paulo Giardini como Guarda 2 José Maria como Mensageiro Diogo Carneiro como Servo do Grande Ancião 1 Nilson Pereira como Servo do Grande Ancião 2 Shirley Klein como Velha bruxa Sobre a Ubook Lançada no início de outubro de 2014, a Ubook é o maior aplicativo de audiotainment da América Latina. Por um valor mensal é possível ter acesso ilimitado a todo o catálogo através do aplicativo. Além dos audiobooks e podcasts, a Ubook inovou o segmento trazendo também séries e documentários originais, notícias e e-books. A plataforma conta ainda com a Ubook Music e a Ubook FM, que oferecem música de diversos gêneros para assinantes e não assinantes. Para saber mais, acesse: www.ubook.com . Nas redes sociais: @ubookapp .
- “Entre Nós — Uma Dose Extra de Amor” é um reflexo da vida adulta
Entre Nós — Uma Dose Extra de Amor é dirigido por Chad Hartigan, escrito por Ethan Ogilby e estrelado por Zoey Deutch, Jonah Hauer-King e Ruby Cruz. Com lançamento previsto para o dia 11 de setembro nos cinemas nacionais , fomos convidados pela Paris Filmes para assistir previamente à produção. Descubra o que achamos. Enredo Uma noite impulsiva faz com que três jovens solteiros acabem unidos inesperadamente. Connor (Jonah Hauer-King) está em um relacionamento sem compromisso com Olivia (Zoey Deutch), por quem ele é apaixonado. Seu amigo Greg (Jaboukie Young-White) sugere que Connor faça ciúmes em Olivia com Jenny (Ruby Cruz). Ao ver ambos se divertindo, Olivia se infiltra no encontro, flertando com os dois. Os três acabam em um ménage que termina com ambas grávidas, fazendo com que a vida do trio vire de cabeça para baixo. Roteiro Embora tenha quase 2 horas, a produção conta com um bom ritmo, e as histórias dos três protagonistas são bem desenvolvidas. O título original, que pode variar entre sexo a três, ménage à trois, trio ou três, leva a entender que o foco do filme vai ser nisso, porém o nome se refere mais a esse grupo de pessoas e não ao ato romântico em si. A produção não enrola muito e, de início, vai para os finalmentes, apresentando seus personagens e, em seguida, já indo para o desenvolvimento das consequências após aquela relação entre os três. É um longa que foca mais no drama do que na comédia (embora ela também esteja presente), e quantos plot twists. Digamos que a cada meia hora somos surpreendidos com uma nova revelação (até mesmo quando o filme já está no finalzinho). O roteiro sabe como explorar a confusão e as decisões impulsivas dos personagens, e ele acaba te levando para uma jornada totalmente imprevisível. É um filme real e honesto, sem filtros, que nos mostra como a vida adulta pode ser imprevisível com somente uma atitude errada. Elenco Conheci Zoey Deutch em Ringer (2011–2012), quando ela estava pelos seus 17/18 anos. Hoje, com 31 anos, que mulher ela se tornou, tão classuda e mesmo assim consegue trazer versatilidade para uma personagem complexa do início ao fim. Confesso que estou com um crush forte no Jonah Hauer-King, que este ano também apareceu em Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado . Aqui, seu personagem carrega todo o peso dramático, onde ele precisa confrontar ambas as gravidezes. Digamos que aqui ele está bem longe do Príncipe Eric de A Pequena Sereia. Entre os três, Ruby Cruz é a que tem menos destaque e o menor carisma, porém, conforme o filme passa e sua história é desenvolvida, conseguimos criar simpatia por sua personagem. Entre os três, ela parece ser a mais sensata. Jaboukie Young-White interpreta o amigo do personagem de Jonah, e é quase como se fosse um quarto protagonista, e também o único que ganha mais tempo de tela depois do trio principal. Embora com menos evidência, ele serve como alívio cômico do filme e consegue se destacar em todas as suas cenas. Considerações Sendo sincero, eu não sabia muito sobre o enredo da produção antes de assisti-la, e confesso que foi uma grata surpresa. Comecei achando que o filme ia ser sobre um assunto específico, e, quando vi, já estava abordando outros tópicos. No fim, Entre Nós é um filme muito real que traz muitas reflexões. É sobre se envolver em situações estúpidas que acabam ocasionando em azar. Muitos adultos perdidos e inconsequentes podem acabar se identificando com alguns tópicos tratados aqui (e eu me incluo nisso). É um filme gostosinho para um domingo, seja com amigos ou com o parceiro. Porém, talvez ganhasse mais atenção com um lançamento exclusivo em streaming. PS: Era realmente necessário esse subtítulo aqui no Brasil?
- 8 lançamentos de dezembro de 2025 para assistir nos cinemas
O último mês do ano chegou e os últimos lançamentos também! O que podemos esperar para assistir nos cinemas em dezembro de 2025? Vem descobrir. 1 - Five Nights at Freddy's 2 A continuação do clássico filme de terror baseado em um videogame chega aos cinemas. Se passou um ano desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza, a história se tornou uma lenda local , o ex-segurança Mike e a policial Vanessa esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby, mas quando ela foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos. Lançamento: 04/12 2 - Eternidade Se você pudesse escolher onde passaria a eternidade, qual lugar seria? Eternidade vem com essa premissa, após a morte todos têm uma semana para escolher onde passarão a eternidade, mas Joan não sabe se quer ficar para sempre com o homem com quem compartilhou a vida ou com o seu primeiro amor, que faleceu na juventude. Lançamento: 04/12 3 - Entre nós - Uma Dose Extra de Amor Trisal, relacionamento aberto, esses temas ainda costumam ser um tabu, mas é essa é a premissa de “Entre Nós”. Acompanhamos Connor e Olivia, que um certo dia resolvem fazer um ménage à trois com a sedutora Jenny, o encontro dá início a um relacionamento entre Connor e Olivia, no entanto, o romance é destruído quando Jenny reaparece em suas vidas com uma notícia não muito agradável. Lançamento: 11/12 4 - Natal Sangrento Em dezembro não podia faltar um filme com clima natalino. Nata Sangrento acompanha Billy, ele é marcado pelo trauma de ter testeminhado o assassinato brutal de seus pais na véspera de Natal. Anos depois, já adulto, ele resolve assumir a identidade de um Papai Noel assassino. Prepare-se para muito sangue e morte. Lançamento: 11/12 5 - Avatar: Fogo e Cinzas A tão aguardada continuação de Avatar chega aos cinemas. Após a devastadora guerra contra a RDA e a perda do seu filho mais velho, Jake Sully e Neytiri devem enfrentar uma nova ameaça: o Povo das Cinzas, uma nova e agressiva tribo Na’vi, conhecida por sua violência extrema e sede de poder. Lançamento: 18/12 6 - Asa Branca: A Voz da Arena Asa Branca contará a história do maior locutor de rodeios do Brasil, responsável por transformar uma festa do interior de São Paulo em um espetáculo nacional. Muito emoção e rock’n’roll te esperam. Lançamento: 18/12 7 - Anaconda Acompanhamos Doug e Griff, melhores amigos que sempre sonharam em refazer seu filme favorito de todos os tempos: Anaconda. Quando uma crise de meia-idade os impulsiona, eles partem para o coração da Amazônia para começar as filmagens, mas a coisa fica séria quando a Anaconda de verdade aparece no set. O filme conta com o ator brasileiro Selton Mello. Lançamento: 25/12 8 - Valor Sentimental Acompanhamos Nora, uma atriz de teatro bem-sucedida, cujo pai, diretor de cinema, planeja um grande retorno com um roteiro baseado em sua própria família. Quando Gustav oferece a Nora o papel principal, que ela prontamente recusa, ele volta sua atenção para Rachel Kemp, uma jovem e ambiciosa estrela de Hollywood pronta para sua grande estreia. Valor Sentimental está cotado para entrar na disputa pelo Oscar 2026. Lançamento: 25/12
- Five Nights at Freddy's 2 supera o primeiro, mas ainda é fraco
Baseado na série de videogames e também sequência do filme de 2023 , Five Nights at Freddy's 2 é dirigido por Emma Tammi e escrito por Scott Cawthon (o criador dos jogos). Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard reprisam seus papéis. Com estreia agendada para hoje nos cinemas nacionais, fomos convidados pela Universal Pictures para assistir antecipadamente ao longa. A seguir revelamos o que achamos. Enredo Um ano após a tragédia no restaurante Freddy Fazbear's Pizza, rumores sensacionalistas sobre o que aconteceu viraram lendas, dando origem ao FazFest na cidade. Enquanto Mike (Josh Hutcherson) e Vanessa (Elizabeth Lail) escondem a verdade da irmã de Mike sobre o destino dos animatrônicos, Abby (Piper Rubio) recebe um chamado dos brinquedos. Ao se reconectar, a jovem desperta um mal pela cidade, onde segredos sobre a origem da pizzaria são revelados. Roteiro O filme começa com um flashback, onde mostra uma criança sendo assassinada por Afton no restaurante original do Freddy Fazbear's Pizza. Todo esse retorno ao passado serve para trazer ainda mais contexto aos eventos que acontecem nessa sequência. A produção traz bastante referências ao filme anterior, aqui os animatrônicos estão mais presentes e mais assustadores, e ainda com a ameaça de atacar fora do restaurante (embora a nova versão do restaurante também esteja mais assustadora que a do filme anterior). A história não foge muito do que já foi mostrado no original, mas vemos algumas melhoras nos jumpscares, além de bastante fan service e participações especiais. Alguns acontecimentos podem ficar confusos para quem não acompanha os jogos. E, conforme o roteiro se desenvolve, fica a sensação de que a história se apressa, e algumas situações acontecem tão rapidamente que acaba trazendo confusão para quem assiste. O terceiro ato é tão rápido e sem emoção, deixando um cliffhanger que não empolga para uma próxima sequência. Obs.: Se tiver paciência, espere até o fim dos créditos. Elenco Josh Hutcherson é um ator que muitas pessoas cresceram acompanhando as suas obras, o cara tem o seu charme e consegue fazer um bom mocinho protagonista. Elizabeth Lail faz uma boa dupla com Josh, e aqui sua personagem também tem mais desenvolvimento, o que solicita ainda mais de sua atuação. Piper Rubio é a terceira protagonista, e também conseguimos acompanhar um pouco de sua evolução comparando ao filme anterior, embora sua personagem não seja das mais interessantes. Entre o restante do elenco, ainda temos alguns nomes como Matthew Lillard, Theodus Crane, Skeet Ulrich, Mckenna Grace e Teo Briones, mas todos tão mal aproveitados durante o tempo de produção. Considerações Sou a favor de sequências se elas trazem o elenco original. Sabemos que dificilmente a qualidade é a mesma, mas é sempre uma sensação boa rever personagens e elencos reunidos uma segunda vez. Dito isso, o primeiro Five Nights at Freddy's já não havia sido ótimo, porém, com o grande sucesso do longa, decidiram apostar em uma continuação, dessa vez ainda mais fiel aos jogos. Como eu só tenho a experiência do audiovisual, não tenho a oportunidade de fazer tal comparação. E, embora esse segundo filme traga novas informações, amplie a mitologia, seja mais assustador e até consiga ser melhor que o antecessor, ele continua cometendo os mesmos erros. Talvez para os fãs dos jogos seja um deleite, mas quem está por fora do universo provavelmente não vai ficar com os olhos brilhando durante a projeção. Para mim, fica a sensação de que a sequência existe sem uma justificativa narrativa.
- O que esperar da segunda parte de Stranger Things?
A série Stranger Things, finalmente, voltou esse ano, a queridinha da Netflix. Sua estreia foi dia 27 de Novembro e com ela veio muita trama e uma história envolvente , depois de dois anos os fãs terão o seu tão esperado final. Essa última temporada será divida em 2 partes e o último episódio será no dia 31 de Dezembro , mas então o que temos nessa primeira parte? 1º parte Nesse início vemos o governo interditando a cidade de Hawkins, após a aparição de Vecna e Eleven, as autoridades foram obrigadas a fazer algo para proteger os moradores . Por isso, Eleven é obrigada a se esconder e o seu grupo continua procurando formas de derrubar o Vecna e salvar a Max, que continua no mundo invertido, mas depois de mais de 30 tentativas, eles finalmente conseguem entender o que está acontecendo e como ele está pegando novas crianças. Agora, ele não está alcançando as crianças com base nas suas inseguranças e medos, e sim através da ingenuidade delas . Ele está se passando pelo amigo imaginário e levando elas para a sua casa, e foi assim que ele levou a irmã de Mike. Contudo , a sua próxima vítima era Derek , um menino mimado que acaba ajudando o grupo ao se infiltrar na base de operações junto com as outras crianças e tentar salvá-las. A revelação Mesmo que eles tivessem um plano, eles não conseguiram executá-lo nem salvar as crianças, porque o Vecna apareceu para capturar todas e ele estava mais forte do que antes, mais poderoso. Depois dele pegar as crianças e levá-las, Will tem uma revelação, ele finalmente entende porque foi o primeiro a ser capturado. Ele tem os mesmo poderes, no fim do último episódio ele consegue dominar os Demogorgons com a mente e protege seus amigos de serem eliminados. O que esperar? Nesta primeira parte tivemos a resolução que tanto queríamos, sem enrolação e mostrando exatamente o porquê Will foi o primeiro a ser capturado. Nesses quatro episódios tivemos mais respostas do que em toda a 4º temporada , e muito mais ação e momentos chocantes, a segunda parte está prometendo ser melhor e trazer mais ação.











