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  • Foto do escritorMaurício Neves

Planeta dos Macacos: O Reinado — Um blockbuster em seu melhor

Atualizado: 11 de mai.

Planeta dos Macacos: O Reinado é a quarta sequência do reboot de “Planeta dos Macacos” e a décima produção da franquia no geral, sendo uma sequência de Planeta dos Macacos: A Guerra, e também o primeiro de uma nova trilogia planejada.


Dirigido por Wes Ball (Trilogia Maze Runner) e escrito por Josh Friedman (Avatar: O Caminho da Água), o elenco conta com nomes como Owen Teague, Freya Allan, Kevin Durand, Peter Macon e William H. Macy.


A convite da 20th Century Studios, assistimos ao longa, que estreia 9 de maio nos cinemas brasileiros. Confira a seguir nossas observações.

Planeta dos Macacos: O Reinado — Um blockbuster em seu melhor

O enredo

Trazendo mais familiaridade à produção original de 1968, o longa se passa 300 anos após os eventos de Planeta dos Macacos: A Guerra, em uma época onde as civilizações de macacos emergem, enquanto os humanos regridem primitivamente. Quando o líder dos macacos, Proximus César, corrompe as idealizações de César para escravizar outros clãs, embarcamos na jornada de Noa, um chimpanzé, e de Mae, uma adolescente, onde será determinado o futuro dos macacos e do homem.

Planeta dos Macacos: O Reinado — Um blockbuster em seu melhor

O roteiro

A película é iniciada com um prólogo, onde mostra o que aconteceu depois do final do filme anterior. Em seguida, somos levados para o futuro, onde nos apresentam Noa, Anaya e Soona, três chimpanzés vindos de um clã que cria vínculos com águias. Aqui, Noa é o novo protagonista da história.


Após o seu grupo ser atacado por mascarados e levado até o líder dos macacos, Noa inicia uma jornada em busca de seus amigos e familiares. No caminho, o protagonista conhece Raka, um orangotango que se torna seu aliado, e Mae, uma jovem que se junta aos dois com sua própria agenda.


O longa nos mostra um mundo onde muitos esqueceram de César (o protagonista da trilogia anterior) e, além disso, as pessoas estão escassas e agora são chamadas de “eco” pelos macacos. O roteiro não deixa o seu passado de lado, lembrando-nos a todo momento do legado de César, “o primeiro ancião”, e mantendo-o muito presente na história.



Ainda, vemos que muitas coisas tornaram-se desconhecidas com o passar do tempo, como em uma cena específica onde os personagens encontram zebras e se perguntam o que seria aquele animal.


Enquanto isso, o antagonista ambicioso Proximus César, que se enxerga como o “novo” César, acredita que o mundo é dos macacos e quer destruir os humanos restantes. Ao proclamar “Por César” em todas as suas ações, o personagem espalha erradamente os ensinamentos do ancião, que acreditava que macacos devem conviver igualmente ao lado dos humanos. Desse modo, Noa e Mae precisam agir rapidamente para impedir os planos do vilão.


Após todo o desenvolvimento, o filme chega em um terceiro ato empolgante, encerrando com uma prévia interessante do futuro da franquia!

Planeta dos Macacos: O Reinado — Um blockbuster em seu melhor

O elenco

No elenco humano temos a presença da novata Freya Allan, que com sua atuação consistente nos faz gostar e torcer pela jovem misteriosa Mae. Ainda contamos com a participação de William H. Macy como Trevathan, o oportunista que ensina sobre a história dos humanos ao clã de Proximus César. Quanto a Macy, sua atuação é sempre impressionante!

Planeta dos Macacos: O Reinado — Um blockbuster em seu melhor

Considerações

Quem já conhece a franquia, sabe que os efeitos especiais são impecáveis, e aqui estão em seu primor. Assim como os anteriores, esperamos que esse também seja indicado às premiações!


O audiovisual, apesar de longo, prende a atenção do início ao fim, e em todos os momentos somos recebidos com informações e acontecimentos, fazendo com que os 145 minutos passem rapidamente. Somos apresentados a cenários incríveis e fotografias magníficas, e ao encerramento do projeto, ficamos com um gostinho de quero mais.



Iniciando uma nova saga que podemos chamar de Legado de César, a película respeita o seu passado e acrescenta com maestria novas narrativas. Muitos podem dizer que é uma sequência desnecessária, pois a história já havia sido encerrada. Mas Matt Reeves pode descansar, Planeta dos Macacos: O Reinado é um filme muito bem feito, com produção, roteiro e direção que não tem do que reclamar. Você não pode perder essa obra!


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