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  • Arthur Ripka Barbosa

O que esperar da 3ª e última temporada de His Dark Materials


No dia 05 de dezembro, a HBO irá lançar os dois primeiros episódios da nova temporada de His Dark Materials. Serão 2 episódios semanais até o dia 26, e que poderia soar como um presente de natal para os fãs, na verdade é mais uma forma de mostrar como a série, cuja qualidade não pode ser questionada, foi negligenciada pela emissora. Com baixa audiência nos Estados Unidos por ser exibida na mesma faixa de horário do Monday Night Football da NFL, a série também foi vítima do péssimo marketing de ativação, das poucas peças de merchandise e até mesmo os conflitos de estreia dos episódios com a BBC, produtora e distribuidora no Reino Unido. Apesar de tudo isso, ela chega a sua terceira temporada e poderá concluir sua magnífica história. A seguir, vamos falar do que podemos esperar da adaptação do livro “A Luneta Âmbar”.


O desfecho da profecia


Ao longo das duas temporadas, muito se falou, sobretudo por parte das bruxas, que Lyra (Dafne Keen) e Will (Amir Wilson) são o centro de uma poderosa profecia que irá mudar o destino do mundo. Na terceira temporada poderemos ver os caminhos percorridos pelos protagonistas até o desfecho dessa profecia, começando pela busca de Will por Lyra, que terminou a segunda temporada sendo raptada por sua mãe, Ms. Coulter (Ruth Wilson). Também poderemos ver a jornada dos dois em busca de uma resposta para a visão de Lyra com Roger (Lewin Loyd).




A guerra de Asriel

Ao final da segunda temporada e na única cena de Lorde Asriel (James McAvoy) na temporada, vemos o personagem convocando anjos para se unirem a ele na batalha contra a Autoridade (mais conhecida como Deus entre a gente), a fim de construir uma realidade livre dos dogmas religiosos. A terceira temporada poderá trazer um arco focado no personagem que não trouxe anteriormente, mostrando as alianças formadas, concluindo, obviamente, na guerra em si.


Boas histórias secundárias

Um dos pontos fortes da série é a adaptação e o desenvolvimento de personagens e histórias secundárias que muitas vezes não foram mostradas nos livros. Um exemplo disso é o arco da Mrs. Coulter durante a segunda temporada, que a transforma de vilã para uma anti-heroína. Seguindo essa toada, creio que veremos um bom arco de desenvolvimento de Mary Malone (Simone Kirby) e do Magisterium como vilão. Uma aposta válida também é que os roteiristas aprofundem a histórias dos anjos Balthamos (Kobna Holdbrook-Smith) e Baruch (Simon Harrison).



Onde a série pode falhar

Como os produtores já disseram em diversas entrevistas, um dos grandes desafios que a adaptação dos livros da trilogia “Fronteiras do Universo” coloca é na criação dos elementos fantásticos. Até agora, isso não tem sido um problema, já que a criação dos daemons, dos ursos de armaduras e demais foram executadas com êxito. Porém nessa temporada o nível de exigência aumenta exponencialmente, seja com os anjos, com as Mulefas (o ser da imagem), com o Reino dos Céus e a Máquina das Intenções. Além disso, a série poderá corrigir as feiticeiras, que na segunda temporada se mostram extremamente poderosas e com poucos defeitos.


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