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- A Causa Secreta: curta brasileiro coloca o cinema criminal nacional sobre nova perspectiva
A convite da Vertigem Produções, pudemos conferir o curta-metragem “A Causa Secreta” antecipadamente. Vem conferir o que achamos! Na obra, somos apresentados logo de cara a dois detetives que estão trabalhando juntos em um suposto caso de homicídio. Fortunato e Garcia, duas mentes distintas, porém, com um único propósito. Pensando nisso, há um fator deveras curioso ali, a vítima do caso é nada mais nada menos que a esposa de Fortunato. Um dos grandes fatores a se destacar aqui, é a construção dos personagens principais, é realmente impressionante como, em apenas 15 minutos, entendemos como eles funcionam e até mesmo o porquê de serem daquele jeito. A narrativa construída alí, acaba por nos mostrar subliminarmente toda a vivência das duas principais figuras inseridas ali. Quer um exemplo? Temos Fortunato, interpretado pelo grande Gabriel Morgenstern, um investigador de alto escalão, renomado por todos os casos que solucionou, frio e calculista. Entretanto, talvez pelo fato do caso atual ser atípico, o homem indomável se desmorona quando está a sós, acabando por recair em vícios que o tornam outra pessoa. Talvez seja por isso que a cor azul o representa tão bem, tanto pelo seu lado metódico quanto pela apatia. Já do outro lado da moeda, temos Garcia, interpretado pelo promissor Davi Araújo. O personagem dele já se mostra o completo oposto de seu parceiro, Garcia é um jovem que já teve a sua autoestima obliterada por terceiros, ele necessita de aprovação para se manter estável, por isso que representá-lo com a cor vermelha foi essencial, mostrar esse lado que ninguém conhece, misterioso e que pode surgir a qualquer minuto. Isso é de fato trabalhado muito bem ali, gera alma e autenticidade a eles. O elenco no geral eu diria que foi muito bem escolhido, Vic Di Giacomo e Eduardo Barbieri também representaram muito bem papéis cruciais para o desenvolvimento narrativo. Agora, sobre o curta em si, digo que foi gratificante ver como o cinema independente brasileiro, apesar de ter recursos limitados, tem alma e amor. É nítido como todos os que estão ali amam estar fazendo aquilo. O desdobramento do enredo é interessante pelo fato de alternar entre diferentes perspectivas, é um jogo mental em que você não sabe em o que ou quem confiar. Uma dose de suspense direto na veia daqueles que amam o cinema criminal. E isso tudo tem grande mérito, sobretudo, da direção, que surpreendentemente, é realizada por uma estreante! Caroline Adrielli é quem está por trás de toda a autenticidade do curta. Papo com a direção Através do Blog Pippoca, conseguimos fazer algumas perguntas à ela, confira abaixo: Cauê Pippoca: Como é a sensação de estar à frente de um projeto como esse? Além do mais, o que te fez ter vontade e a inspirou a seguir esse caminho? Caroline Adrielli: O cinema sempre esteve na minha vida, mas como espectadora. Era meu refúgio nos dias difíceis, minha companhia nas noites de descanso e parte de muitas memórias afetivas com amigos. Mas estar atrás das câmeras foi uma descoberta recente. Entrei no curso Cinema & Literatura por convite de um amigo. A proposta era ousada: produzir um curta em seis meses. O primeiro desafio veio rápido, apresentar um conto brasileiro para a turma e defender por que ele merecia virar filme. Levei A Causa Secreta, de Machado de Assis, e, ao final da minha fala, 26 colegas de uma turma de 35 levantaram a mão querendo fazer parte da equipe. Foi ali que entendi que eu podia e tinha a capacidade de liderar um projeto criativo. por Luca Menegotto Assumir a direção foi como carregar uma bússola: quando tudo vai bem, o mérito é coletivo. Mas quando algo não funciona, o dedo aponta para a Direção, que "com certeza deve ter conduzido mal". Isso me fez compreender, na prática, o peso e a potência de cada decisão. Por isso, optei por uma condução transparente em todas as etapas. Acredito que cada pessoa traz seu olhar único, então fiz questão de dividir a visão do filme desde a decupagem até o set. Ainda assim, acredito que poderia ter sido mais firme em alguns aspectos, e é isso que fica de aprendizado para os próximos - que com certeza virão. Curiosidades por Luca Menegotto Junto à essa grande carga emocional que a diretora trouxe de suas experiências, tivemos o privilégio de receber algumas curiosidades sobre os bastidores do curta, como por exemplo o fato da equipe inteira ter feito tudo isso com apenas 91 dólares (aproximadamente 500 reais). Juntamente a esse feito impressionante, temos as seguintes situações. — A filmagem foi realizada dentro de uma delegacia de verdade, graças à velha fama dos jornalistas de terem bons contatos. A diretora, que é jornalista, conseguiu liberar uma diária na Guarda Municipal de Jundiaí. — Uma das cenas seria gravada em um necrotério real, mas foi descoberto que, por questões sanitárias, isso não seria possível. Sim: para filmar em um necrotério, você precisa construir o seu próprio. E o dito orçamento não cobriria isso. — Para a maioria da equipe, inclusive a direção, esse foi o primeiro contato prático com o cinema. por Luca Menegotto Em suma, “A Causa Secreta” é aquela produção audiovisual que te instiga a investigar junto com os personagens principais. Apesar de ser uma história que já vimos outras vezes, posso dizer que essa em específico tem o seu charme e, sobretudo, serve de incentivo àqueles que buscam o seu espaço em uma indústria de difícil acesso no Brasil. Conferir e engajar o curta é necessário para que mais produções independentes ganhem força em território nacional. A obra estreia dia 22 de junho, nos cinemas.
- De pastores mirins a David Lynch: o que vimos nos primeiros dias do 14º Olhar de Cinema
No terceiro e quarto dia do 14º Olhar de Cinema fizemos uma seleção interessante de produções que nos surpreenderam, confira a seguir o que achamos delas. A Voz de Deus Você deve ter ouvido falar dos pastores mirins, recentemente esses pregadores ganharam destaque nas redes sociais, mas Miguel Antunes Ramos, diretor do documentário “A Voz de Deus”, já vinha acompanhando esse fenômeno há 10 anos e lançou com exclusividade o longa no Olhar de Cinema 2025. Na produção, acompanhamos dois meninos, um deles é o adolescente Daniel, e outro é João, de apenas 6 anos. É interessante como o documentário nos apresenta essa temática e entrelaça com o momento político da época, quando Jair Bolsonaro ganhava sua primeira eleição como presidente do Brasil. A produção traz reflexões importantes sobre a influência da religião no Brasil e o papel dos pais na vida dos pastores mirins e como muitas vezes a vontade das crianças não é levada em consideração, sendo elas apenas um meio para que seus pais alcancem o que nunca alcançaram. É importante ressaltar que “A Voz de Deus” acompanha os pastores mirins ao longo da vida, nos dando uma visão mais ampla do impacto desse fenômeno na vida de cada um. Vale a pena assistir! Salomé O longa “Salomé” teve sua estreia nacional no Festival de Brasília e chegou ao Olhar de Cinema para as exibições especiais. Na produção acompanhamos Cecília, uma jovem modelo trans que retorna para Recife, sua cidade de origem, para passar as festas de fim de ano com a mãe Helena. Um dia ela acaba reencontrando João, que oferece para ela uma droga diferente, uma espécie de loló, a partir daí a relação entre os dois toma um rumo intenso e misterioso, João se envolve em uma seita que glorifica a figura de Salomé, uma princesa bíblica. Ao assistir ao longa, gostei bastante de alguns núcleos da história, como a relação entre Cecília e sua mãe, as amigas de Helena, Cecília e suas amigas e o romance entre Cecília e João, com diálogos envolventes e engraçados , mas infelizmente o núcleo que envolvia a seita de Salomé para mim foi o que menos me agradou, dando uma sensação de desconexão com o restante da trama. Meu Nome é Oona Na mostra Olhares Clássicos assistimos ao curta-metragem Meu Nome é Oona de 1969, dirigido por Gunvon Nelson. Gunvon usa imagens de sua filha Oona impressas opticamente, com voz de Oona sendo usada na trilha sonora. É realmente um curta de vanguarda, que mostra um lado muito sensível da diretora, uma espécie de homenagem à filha com uma edição muito avançada para a época e que poderia muito bem ser lançado atualmente. Eraserhead Assistimos ao primeiro longa de David Lynch “Eraserhead”, lançado em 1977, o longa acompanha Henry e Mary, que têm um bebê que nasceu prematuro e é desumano, quando Mary vai embora Henry é obrigado a fazer o papel de pai solteiro. Para mim Eraserhead é um dos filmes de David Lynch que mais divide opiniões, é inegável que a qualidade visual do longa é incrível e ficou ainda mais ao ver no cinema, mas o roteiro desconexo e com muitas ideias soltas que podem funcionar só na cabeça do diretor pode fazer algumas pessoas não se envolverem tanto com o filme , mas mesmo assim é sempre bom ver Lynch nas telonas.
- Cloud: um filme sobre atalhos, escolhas e consequências
No dia 11 de junho aconteceu a abertura do 14º Olhar de Cinema , com o lançamento do filme Cloud, do diretor Kiyoshi Kurosawa, escolhido para representar o Japão no Oscar 2025. Saiba a seguir o que achamos do filme! Cloud acompanha Ryôsuke Yoshii, um revendedor de produtos que repentinamente se torna alvo de uma onda misteriosa de acontecimentos. Y oshii trabalha em uma pequena fábrica e larga tudo para se dedicar a revender vários tipos de produtos , até que certo dia ele acaba vendendo algumas bolsas de grife falsificadas, ao contrário do Brasil, no Japão a prática não é bem vista. Kurosawa adora criar terrores psicológicos, ele não costuma aderir a sustos, mas a construção de atmosfera, criando desconforto para quem assiste e não foi diferente em Cloud. No início somos apresentados ao personagem Yoshii e envolvidos pela sua dura realidade com um trabalho longo, mas com baixo salário, logo a trama escala e o silêncio e os enquadramentos longos roubam a cena, uma das características dos filmes de Kurosawa. O espectador então tenta entender que rumo os eventos misteriosos com Yoshii vão tomar, é nessa hora que o filme ganha um ritmo mais acelerada que o de costume e entretém ainda mais quem está assistindo, acompanhamos uma caça de gato e rato entre Yoshii e o grupo de pessoas que se dizem enganadas pelo revendedor. Um ponto interessante do longa é como ele ressalta a cultura japonesa, em que há um respeito aos laços entre pessoas e parecem inquebráveis, seja quais forem suas escolhas. Em alguns momentos, mesmo sem intenção, há cenas que arrancam risadas por sua crítica social ou ironia. As cenas de trocas de tiros são bem performáticas, outra característica do diretor. O final envolve um belo plot twist carregado de críticas. Em um país onde os atalhos para se tornar rico estão cada vez mais em alta, como as casas de apostas, por exemplo, Cloud deixa uma reflexão importante para nós brasileiros: vale a pena arriscar tudo que você possui em nome da riqueza? Vale lembrar que o filme é baseado em fatos reais. A produção estreia oficialmente no Brasil no dia 17 de julho e vale a pena ser vista.
- 14ª Olhar de Cinema começa nesta quarta (11) com filme japonês em tela de 472 polegadas na Ópera de Arame
O Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba , começa nesta quarta-feira (11), com mais de 90 produções, entre curtas e longas-metragens, estreias mundiais, nacionais, clássicos reapresentados na tela e produções infantis que integram as 10 mostras do evento, cada uma propondo um olhar diferente sobre os filmes apresentados e a forma de consumir cinema. As sessões ocorrem no Cine Passeio, Cine Guarani, no Museu Oscar Niemeyer (Sala Claro MON), no Teatro da Vila (CIC), na Cinemateca e na Ópera de Arame. Os ingressos têm valores acessíveis, indo de R$8 (meia-entrada) a R$16 e podem ser adquiridos pelo site oficial e pelo aplicativo do Olhar de Cinema, disponível para iOS e Android. Os ingressos para as exibições no Cine Passeio e Cine Guarani também podem ser adquiridos pelo ingresso.com . Há ainda sessões gratuitas. Abertura na Ópera de Arame O filme do diretor Kiyoshi Kurosawa, “ Cloud - Nuvem de Vingança ” foi selecionado para a abertura da edição, que ocorre nesta quarta-feira (11), a partir das 19h30, na Ópera de Arame, um dos pontos turísticos mais populares e imponentes do Paraná. A exibição, que será em uma tela preparada especialmente para o evento com mais de 12 metros de largura, equivalente a cerca de 472 polegadas, marca a estreia nacional da produção, que chega ao circuito comercial no dia 17 de julho. O longa de Kurosawa , que é conhecido por cultuadas produções como "A Cura” (1997), “Pulse” (2001) e “Creepy” (2016), já passou por renomados festivais internacionais, como o de Veneza, Toronto e Chicago, tendo representado o Japão no Oscar deste ano. O suspense psicológico é inspirado em um evento real e aborda a história de um grupo de justiceiros formado na internet que se rebela contra Yoshii (Masaki Suda), um revendedor online de produtos baratos a preços elevados. Apesar de trabalhar como operário em uma pequena fábrica, o jovem se dedica a revender todos os tipos de mercadorias online, desde roupas a equipamentos médicos. Ao se sentir lesada, sua clientela é dominada por um sentimento de raiva, levando até mesmo pessoas não diretamente prejudicadas a se unirem contra ele, motivadas por ressentimentos pessoais. Para mais informações acesse o site oficial www.olhardecinema.com.br ou pelas redes sociais oficiais, pelo Instagram @olhardecinema , pelo Tik Tok @olhardecinema , X-Twitter @Olhardecinema_ e Facebook.com.br/Olhardecinema O 14º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba tem produção da Grafo Audiovisual, com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal. O projeto foi aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná. A edição é apresentada pela Rumo Logística, com patrocínio master do Itaú e Claro, patrocínio ouro do TCP - Terminal de Contêineres de Paranaguá, patrocínio prata da Peróxidos do Brasil e Campari, patrocínio bronze da Mili, e apoio da Sanepar, Copel, Adami S/A, do Instituto Rumo, do Projeto Paradiso, do Teatro da Vila, da Cinemateca, do Cine Passeio, Cine Guarani, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura de Curitiba. Verifique a classificação indicativa de cada filme e as sessões com acessibilidade de audiodescrição e intérpretes de Libras. Serviço : 14º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba Data : 11 a 19 de junho de 2025 Site oficial : www.olhardecinema.com.br Ingressos : R$8 (meia-entrada), R$16 (inteira). Há também sessões gratuitas - consultar programação. Redes Sociais : Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema Facebook : www.facebook.com.br/Olhardecinema Tik Tok: @olhardecinema , X/Twitter: @Olhardecinema_ Realização : Ministério da Cultura - Governo Federal Apresentação : Rumo Logística Patrocínio Master : Itaú, Claro Patrocínio Ouro : TCP - Terminal de Contêineres de Paranaguá Patrocínio Prata : Peróxidos do Brasil, Campari Patrocínio Bronze: Mili Apoio : Sanepar, Copel, Adami S/A, Instituto Rumo, Projeto Paradiso, Teatro da Vila, Cinemateca, Cine Passeio, Cine Guarani, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de CuritibaProjeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná Produção : Grafo Audiovisual
- Ginny e Georgia estão de volta na terceira temporada
A terceira temporada estreou dia 5 de junho na Netflix. E já estava mais que na hora de sabermos o que aconteceu com a Georgia, que foi presa no dia do seu casamento. Essa série de família vai dar o que falar nesta temporada. A prisão A terceira temporada já começa com ela na cadeia da cidade e Paul, seu marido e prefeito da cidade, contratando um advogado e fazendo o possível para ela sair de lá . Enquanto isso, as crianças estão indo para escola e Paul para o trabalho e tendo que lidar com as coisas horríveis que seus colegas estão dizendo sobre sua mãe e sua esposa, chamando-a de assassina. A acusação de assassinato do marido de Cynthia, acabou levando Georgia a ficar em prisão domiciliar e ser obrigada a parar de trabalhar. Ao longo dos episódios temos o depoimento de Gabriel, um detetive particular, que foi contratado pela mulher do ex marido de Georgia por achar a morte dele muito estranha. Ela acabou descobrindo que outro marido de Georgia acabou falecendo e seu corpo desapareceu, colocando ela como principal suspeita. O tribunal Após Paul se divorciar de Georgia pela sua imagem de prefeito, ela acaba perdendo o advogado que ele havia contratado para ajudá-la e Ginny pede ajuda para a namorada de seu pai, Simone, que é um advogada criminalista . Enquanto isso, Georgia já estava presa, mas mesmo assim tentaram mais uma vez ir a julgamento para libertá-la. Nesse último julgamento, Simone consegue liberar Georgia e a família volta a ter uma vida normal. Contudo, o caso acabou repercutindo por todo os Estados Unidos e tudo que a Georgia tentou fugir durante anos, vai acabar voltando para ela em breve. Considerações A terceira temporada foi bem interessante e um pouco mais pesada que o comum, mas acho que o tempo de tela foi um pouco desperdiçado. Podiam ter agilizado mais um pouco esse tribunal ou ter diminuído o tempo do episódio, pois ficou algo muito longo e não dá vontade de assistir tudo apenas ir até o final e ver o que acontece. Mas ainda teremos uma próxima temporada e vamos ver se dessa vez eles conseguem prender mais a audiência.
- Como Treinar o Seu Dragão: é assim que se faz um live-action
A convite da Universal Pictures , assistimos antecipadamente ao live-action de Como Treinar o Seu Dragão, que chega aos cinemas no dia 12 de junho. Continue a leitura para saber o que achamos! O Enredo Para quem não conhece a história que encantou o mundo em 2010, Como Treinar o Seu Dragão acompanha Soluço, um jovem viking que descobre que não tem capacidade para lutar contra os dragões, algo comum no local onde mora. Tudo muda quando ele ajuda um dragão, que ele carinhosamente apelidou de Banguela, juntos eles tentam provar que dragões e humanos podem criar um lindo laço de amizade. O roteiro Acredito que o live-action fez exatamente o que o público esperava dele, respeitou a história original, seguindo a risca até demais alguns pontos, como falas e enquadramentos, e deu uma profundidade a mais em determinadas cenas e personagens. Temos uma boa introdução sobre a ilha e os colegas de Soluço, trazendo algumas cenas cômicas que arrancam risadas, o ritmo não é lento nem acelerado, mas logo chegamos a parte mais aguardada e divertida, o desenvolvimento da relação entre Soluço e Banguela e o treinamento de Soluço para enfim matar um dragão, nesta parte o filme resolveu estender um pouco mais, e teve um bom resultado. O final do filme também foi estendido, na animação temos uma resolução rápida da guerra entre vikings e dragões, já no live-action essa luta é um pouco mais longa e com muitos outros acontecimentos, dando um ar grandioso para as cenas. O elenco Mason Thames foi o escolhido para viver Soluço, provavelmente você conhece ele do filme besteirol Os Novatos da Netflix , em Como Treinar o Seu Dragão ele foi uma ótima escolha, imitando todos os trejeitos do personagem da animação. O entrosamento entre os atores é outro ponto de destaque, nunca imaginei que iria gostar de Gerard Butler no papel de Stoico, pai de Soluço, já que só vimos sua atuação em filmes de ação, em papeis que não exigiam tanto de suas habilidades. Nico Parker interpreta Astrid, par romântico de Soluço, os dois também tem um ótimo entrosamento, criando um clima de romance adolescente fofo de se ver. Nosso veredito Os fãs de cinema já não aguentam mais o lançamento de live-actions, o mercado vive uma crise de criatividade em que o lançamento de histórias originais estão raros, mas em meio a tantos live-actions que só visavam o lucro, Como Treinar o Seu Dragão é uma luz no fim do túnel que respeita o legado da animação e aprofunda personagens que amamos. A produção filmada para IMAX vale a pena ser vista no cinema.
- Porque The Studio é a melhor série de comédia do ano
Ainda que já tenhamos visto séries no estilo “por trás das câmeras” , como Entourage ou The Franchise, nenhuma delas chegou nos limites da sátira que The Studio alcançou. É inimaginável o que ocorre na produção, que remexe as estruturas mais antigas de Hollywood de forma exacerbada e inenarrável. Com o encerramento da primeira temporada, enumeramos os motivos pelo qual essa série está sendo uma das mais cotadas para varrer o Emmy desse ano. Hollywood está em chamas Nessa primeira temporada, acompanhamos Matt Remick, um executivo que, inesperadamente, se torna o chefe criativo da Continental Studios — um renomado estúdio de Hollywood. Apaixonado por cinema, tudo o que ele quer é trazer essa arte ao seu esplendor, porém agora ele tem que jogar o jogo da indústria . Após Griffin — o verdadeiro chefão da parada, interpretado por Bryan Cranston — comprar os direitos para transformar o Kool-Aid (tipo um Dollynho dos EUA) em filme, Matt precisa tomar posse do projeto e tentar repetir um milagre no estilo de Barbie. Uma equipe de milhões A produção é encabeçada por Seth Rogen e conta com um elenco de apoio fenomenal. Ele está impagável como Matt Remick, um chefe carismático e ególatra, que flerta com o narcisismo de um Michael Scott, mas com um ar de mártir defensor das artes cinematográficas. Além disso, Seth conta com Catherine O’Hara para compor o seu time. Só com esse nome já estaríamos bem servidos. Mas temos também a magnética Kathryn Hahn, que sai do papel da trambiqueira Agatha para dar vida à chefe de marketing Maya. O Ike Barinholtz está ótimo como o melhor amigo de Matt, e a Chase Sui Wonders não fica para trás interpretando Quinn, a novata no time. Eu amo filmes! A estrutura dos episódios são fechadas em si como uma boa sitcom , mas a temporada como um todo está tratando de uma história maior. E eles seguem uma linha paradoxal muito interessante. Um episódio foca na gravação de uma cena em plano-sequência imperdível para um filme cult... e o próprio episódio também é um plano-sequência. Outro acompanha os bastidores de um filme noir estrelado por Zac Efron, enquanto o episódio inteiro se transforma numa paródia estilizada do gênero. É cinema dentro do cinema. É genial. Não é porque a equipe de The Studio está tirando sarro da arte de fazer filmes que a produção da série deixa de lado o apelo estético da série. Os episódios são bonitos, filmados com planos cinematográficos em todo o decorrer dessa primeira temporada. Seth Rogen e Evan Goldberg apostam em longos takes e ritmos frenéticos. Em entrevista, Rogen definiu o tom da série como “maníaco e apavorado” — e insistiu no estilo quase sem cortes para manter o espectador constantemente desestabilizado. Nem tudo é perfeito (mas quase) A série exige certo conhecimento da indústria do cinema para que todas as referências sejam compreendidas — embora mantenha um humor físico e absurdo que pode agradar também a quem está só pela diversão. Ainda assim, alguns episódios desequilibram o ritmo. O arco da briga por uma vaga no estacionamento, por exemplo, entre Quinn e Sal, é interessante até certo ponto. O mesmo vale para a convenção médica e o debate sobre cinema ser ou não arte — um episódio tão refinadamente cringe que pode afastar o público mais casual. Felizmente, o episódio seguinte, “Casting” , resgata o fôlego com uma crítica hilária e afiada à cultura do cancelamento, levantando questões como: “estamos escalando protagonistas pretos por consciência ou por medo?”. A série atinge aqui um dos seus ápices. Cenas inacreditáveis A sensação é que Seth Rogen ligou o modo improvisação em toda a indústria, e as participações especiais de The Studio se tornaram um verdadeiro “sim, e?” . Dentre as participações, temos Olivia Wilde protegendo desesperadamente o rolo do seu filme e entrando em surto. O diretor Ron Howard — conhecido por sua gentileza — tendo um ataque de fúria para cima de Matt e até mesmo tirando o boné da cabeça (coisa que ele nunca faz). E claro, Martin Scorsese em prantos após ver seu filme dos sonhos ser tomado de si. É impagável. O episódio dos Golden Globes O oitavo episódio simula, com um realismo assustador, uma cerimônia do Globo de Ouro. Tudo foi recriado no próprio Beverly Hilton Ballroom, local oficial do evento, e a lista de participações é a mais insana já vista: Zack Snyder, Zoë Kravitz, Aaron Sorkin, Jean Smart, Adam Scott, Quinta Brunson, Antony Starr, Erin Moriarty, Ramy Youssef, e ninguém mais que Ted Sarandos, o CEO da Netflix fazem participação. A ideia veio de uma experiência real de Seth Rogen, em que viu um produtor chorar por não ter sido mencionado num discurso de agradecimento. Conclusão The Studio é imperdível para qualquer um que ame cinema. Essa é uma produção ousada, nada apressada e completamente fora da caixa. Alguns episódios podem ser mais desafiadores para o público geral, pois a série às vezes parece exigir uma carteirinha de cinéfilo para embarcar na experiência completa. Mas apesar disso, a presença de Seth Rogen, tanto fora das câmeras quanto em ação na tela, garante que qualquer um possa se divertir sem ressentimentos. Sem exageros: essa é, sim, a melhor série de comédia do ano.
- Dia dos Namorados: Warner Bros. Pictures traz três romances clássicos de volta às telonas
Para celebrar o amor, a Warner Bros. Pictures traz de volta aos cinemas três grandes sucessos românticos para sessões especiais no dia 12 de junho, o Dia dos Namorados. A pré-venda começa hoje, 29 de maio, e o público já pode garantir os ingressos para reviver, ou descobrir, as emoções de Diário de uma Paixão , Nasce Uma Estrela e Como Eu Era Antes de Você . Os fãs das grandes histórias de amor poderão escolher por qual filme vão se apaixonar de novo. Em Diário de uma Paixão , acompanhe a emocionante história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling), dois jovens apaixonados que são separados pelos pais dela, contrários ao relacionamento por conta da condição financeira de Noah. Anos depois, o destino os reencontra, e Allie precisa escolher entre seu noivo e seu primeiro amor.Já em Nasce Uma Estrela, estrelado por Lady Gaga (Ally Campana) e Bradley Cooper (Jackson Maine), o público pode se emocionar com a história que arranca lágrimas desde quando foi lançada. Na trama, Jackson, um astro da música, conhece Ally (Lady Gaga), uma talentosa e insegura cantora, que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Enquanto ele a ajuda a alcançar o estrelato, Jackson enfrenta uma profunda crise pessoal causada pelo alcoolismo e nesse encontro de incertezas nasce um amor intenso. E, completando a lista, os românticos podem se envolver, ainda, na emocionante história de Will (Sam Claflin) e Louisa Clark (Emilia Clarke) em Como Eu Era Antes de Você . Will é um jovem bem-sucedido e apaixonado por esportes, mas vê sua vida mudar drasticamente após sofrer um acidente, ficando tetraplégico e mergulhando em uma profunda depressão. Para ajudá-lo, Louisa, uma jovem simples, com gostos peculiares e um jeito espontâneo, é contratada como sua cuidadora. Aos poucos, ela transforma a rotina de Will, devolvendo-lhe momentos de alegria. Entre eles nasce um grande amor, mas Louisa descobre que Will já havia decidido dar fim à própria vida devido à sua condição e tudo passa a mudar na vida do casal. Três clássicos, três histórias, três formas de viver o amor, todas de volta às telonas em uma data especial. As sessões acontecem no dia 12 de junho — consulte os cinemas da sua cidade para mais informações.
- Oh, Canadá mostra o melancolismo em forma de cinema
Filme traz um olhar preciso acerca da natureza masculina. A convite da California Filmes, pudemos assistir antecipadamente o longa-metragem Oh, Canadá que chega aos cinemas dia 05 de junho. Venha conferir o que achamos! Aqui temos Paul Schrader na direção, nos mostrando um retrato sensível sobre a sua visão acerca do homem. A obra nos apresenta Leonard Fife (Richard Gere & Jacob Elordi [em sua versão jovem]), um renomado documentarista de guerrilha que, enquanto enfrenta uma doença devastadora, decide conceder uma entrevista documentada ao seu antigo aluno Malcolm (Michael Imperioli). Malcolm utiliza uma técnica pessoal de Fife ao entrevista-lo, que consiste em o entrevistador/confessor se resguardar atrás da câmera para que o entrevistado/pecador traduza suas memórias e pecados diretamente à câmera que o observa , aquela que o instiga a se despir de sua armadura carnal e, consequentemente derrame todo os seus pensamentos ali mesmo, na confissão, no leito de sua morte, no dia do juízo final. Entretanto, Leonard não quer que Malcolm tome para si o papel de confessor, em seu lugar, ele clama para que sua esposa e dupla profissional Emma (Uma Thurman) esteja ali. Ela é quem representa o espectador na trama pois, quando Leonard começa a se desvencilhar moralmente de sua imagem egoisticamente fabricada, ele olha para ela, ele olha para a câmera, é como se estivesse sendo feito ali, um pedido de desculpas à sua esposa e, principalmente, aos que o assistem. E sabemos disso pois é algo lúcido a se fazer naquele determinado momento, Leonard é uma farsa, não há motivo para esconder tal veracidade. O fato disso tudo estar sendo gravado e exposto é o que centraliza a figura masculina como carga emocional da diegese, o homem chora, sente, foge, machuca outros pelo simples fato de estar machucado ou até mesmo por se rebelar devido aos seus ideais. Ademais, outra característica incluída na película que a potencializa ainda mais, é a quebra de construção lógica em sua narrativa. Como estamos sendo contextualizados a toda hora pelas memórias de um homem doente e desorientado, temos devaneios ao acessar as suas memórias, hora temos Leonard sendo representado por Gere em momento que na verdade quem deveria estar em tela era Elordi. Ou até mesmo cenas em o P&B eram inseridos sem motivo aparente. O objeto ali era gerar caos, o caos que se instaura na mente daqueles que estão debilitados. Em suma, há de se observar como Oh, Canadá trabalha muito bem a sua ideia de ser uma “falsa biografia” pois, insere elementos que penetram aos olhos do espectador de forma simples, porém eficaz. Carrega consigo, um tom de autenticidade ao mesmo tempo que dosa de forma correta a sua dramaticidade sobre o conteúdo em si, é algo muito interessante de se ver tanto da perspectiva artística como filosófica. É um retrato cru de como a natureza masculina é, balanceadamente, retrospectiva e sobretudo destruidora.
- A Procura de Martina é uma história sobre a dor de memórias em ruínas
Conferimos o filme A Procura de Martina, longa brasileiro dirigido por Márcia Faria, que percorreu os principais festivais de cinema do país em 2024 — incluindo o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo — e saiu consagrado com o prêmio principal no 39º Festival de Mar del Plata, na Argentina. A produção aposta em uma narrativa sobre memória, ditadura e a busca por justiça. Confira as nossas impressões sobre o filme. A história Martina é uma viúva diagnosticada com Alzheimer, vivendo o desafio cotidiano de lidar com uma condição que ameaça apagar suas memórias. Um dia, ela recebe um telefonema com uma pista que pode finalmente revelar o paradeiro de seu neto — um mistério que assombra sua vida há mais de 30 anos. Durante a ditadura argentina, sua filha foi sequestrada enquanto estava grávida e levada ao Rio de Janeiro. Desde então, Martina nunca mais teve notícias do bebê, arrancado da mãe logo após o nascimento. Movida por uma mistura de desespero e esperança, ela decide abandonar tudo e seguir sozinha para o Rio, determinada a encontrar o neto antes que a doença apague completamente suas lembranças. Em uma corrida contra o tempo e contra o esquecimento, Martina embarca em uma busca íntima, marcada pela dor de um passado que ainda ecoa na história do continente. A direção e atuações Esse filme é um ensaio bem simples e direto ao ponto na sua premissa. Mas nem por isso ele falta em detalhes que elevam a experiência, muito pelo contrário. A direção de Márcia Faria é precisa ao costurar uma narrativa sobre memórias em risco — sejam elas ameaçadas por uma condição física, como o Alzheimer, ou pelo apagamento silencioso imposto por décadas de opressão e silêncio. Para transmitir essa instabilidade emocional, a diretora opta por uma câmera de mão que acompanha de perto a protagonista, gerando uma sensação constante de desequilíbrio. Os planos, em sua maioria fechados, contribuem para criar um ambiente de clausura, sem ar, onde o passado parece sempre prestes a escapar. As atuações são também um dos pontos altos do filme. A argentina Mercedes Morán, intérprete de Martina, é uma veterana brilhante. Ela entrega uma atuação precisa, sensorial, e silenciosa. Mercedes em vezes transita para um extremo de quem recobra a consciência aos poucos e pelo desespero de quem luta para não esquecer. Adriana Aizemberg, como Norma, a amiga de longa data, oferece calor e afeto em uma atuação delicada e comovente. Já a brasileira Luciana Paes, no papel da funcionária do hotel, Jéssica, adiciona frescor à trama ao assumir a missão de ajudar Martina na difícil reconstrução do passado. Só chove quando anoitece O interessante em A procura de Martina é o fato de seu elenco ser majoritariamente composto por mulheres — algo que, de forma sutil, comunica muita coisa. Em momentos, é impossível não lembrar da angustiante busca de Eunice Paiva retratada no precioso Ainda Estou Aqui. A diretora Márcia Faria nos coloca lado a lado com Martina, uma entre tantas vítimas apagadas por um dos períodos mais crueis da história da humanidade. E ao fazer isso, nos provoca um turbilhão de sentimentos: dor, raiva, impotência, injustiça. Somente nos momentos finais o filme se permite uma abertura à fantasia, como uma forma de ilustrar o que se passa dentro do coração da protagonista. Não teremos conclusão, mas no fundo sabemos o que realmente aconteceu. Há sofrimentos que não se explicam, apenas se sentem. E esse é um deles. Este é um longa necessário e doloroso, ao mesmo tempo sensível e assertivo ao transmitir a sensação do esquecimento como forma de violência. Trabalho magnífico e mais que necessário ser visto.
- The Last Of Us: o que esperar da série daqui para a frente?
A segunda temporada de The Last Of Us chegou ao fim no último domingo (25) e o questionamento que fica é: o que esperar da obra de agora em diante? Diante de um começo triunfal, The Last of Us nos deu expectativas de ser uma temporada completamente fora da curva, entretanto, conforme os episódios foram passando, percebemos como a direção tendia a tomar rumos um tanto quanto preguiçosos e desconexos com a realidade , tanto em questão de narrativa como de desenvolvimento de personagem. Ao pensar nisso, vimos como personagens como Ellie, por exemplo, perderam totalmente os seus traços principais decorrentes da obra original, a sede de vingança decorrente do estresse pós-traumático vivenciado com Joel. Ellie na série não passa credibilidade alguma, parece apenas mais uma criança que faz piadinhas com tudo enquanto tem que ser corrigida a todo momento por Jesse e Dina. Aliás, o seu relacionamento com Dina ser baseado em uma traição nos mostra como a narrativa da série se perdeu completamente em relação ao material original. O grande ponto forte e de destaque da temporada foi Jesse, esse personagem sim teve um upgrade de respeito, teve momentos de destaque em que se tornou uma figura heróica e necessária, sem Jesse, o trio não teria chegado a lugar algum desde o início. Agora, na terceira temporada, teremos um destaque maior em Abby, acompanharemos ela em Seattle desde o primeiro dia e, se não tivermos um roteiro preguiçoso e distante igual foi esse da segunda temporada, a tendência é que teremos um espetáculo em tela , pois, para quem conhece o material original fica óbvio que as partes da Abby são repletas de suspenses e nuances que, se feitas precisamente, acrescentarão uma forte carga dramática à série. Em suma, é de se esperar que façam uma boa terceira temporada, entretanto, deveremos manter os pés no chão e abaixar as expectativas colocadas antes, pois como foi visto aqui, a direção não tem receio nenhum em alterar uma narrativa já consolidada.
- 8 lançamentos de junho para assistir nos cinemas!
Maio foi um mês marcante nos cinemas, repleto de produções nacionais e internacionais que conquistaram o público. Um novo mês vem aí e, com ele, novas histórias aguardadas pelos cinéfilos, então chegou a hora de descobrir os lançamentos de junho para acompanhar de pertinho ! 1 - Bailarina Os tempos de vingança ainda não acabaram! “Bailarina” se passa durante os eventos do filme “John Wick 3: Parabellum” e tem como protagonistas ninguém menos do que Ana de Armas. Eve Macarro terminou os seus dias de treinamento na organização Ruska Roma. Agora, assassina profissional, ela travará uma busca intensa para encontrar os responsáveis pela morte de seus pais e se vingar dos criminosos. Lançamento: 04/06 2 - Oh, Canadá Um legado de sucesso. Uma vida de mentiras. Fife é um cineasta que convive com uma doença terminal enquanto passa o resto dos seus dias na cama. Ansiando registrar grandes momentos da sua vida, ele aceita o convite de dois ex-alunos para produzir um documentário que fará uma retrospectiva de sua trajetória e de sua participação na Guerra do Vietnã . O que ninguém imaginava é que ele escolheria esse momento para expor a verdade sobre o seu passado . Lançamento: 05/06 3 - Como Treinar o Seu Dragão O tão aguardado live-action de “Como Treinar o Seu Dragão” está pronto! Na isolada ilha de Berk, vikings e dragões são inimigos há gerações. O maior sonho de todo homem é matar um dragão e manter a ilha segura, porém, Soluço não é um viking comum. Quando conhece um Fúria da Noite, o mais temido dos dragões, uma amizade inimaginável se inicia e Soluço precisa escolher entre o seu destino e o seu coração. Lançamento: 12/06 4 - June e John Dizem que os opostos se atraem, mas será que na prática isso funciona mesmo? John é um homem monótono acomodado em sua vida pacata. June, uma mulher completamente oposta a ele, cheia de vida e novidade. Quando eles se esbarram um romance se inicia, dando início a uma jornada de descoberta e transformações . Lançamento: 12/06 5 - Elio Preparem os lencinhos , vem aí mais uma animação emocionante! Elio é um garoto criativo e muito solitário . Encantado pelo espaço e por seres extraterrestres, ele passa o dia fantasiando com a vida em outros planetas. Tudo muda quando, por engano, ele é transportado para o Comuniverso, uma organização interplanetária, e confundido com o embaixador da Terra. Com missões e responsabilidades pela frente, ele terá que resolver o mau entendido enquanto vive aventuras, faz amizades e descobre quem realmente é. Lançamento: 19/06 6 - Extermínio: A evolução Já fazem 30 anos desde que o vírus da raiva escapou de um laboratório de armas biológicas e infectou toda a humanidade . O mundo se dividiu entre pequenos grupos de sobreviventes e os afetados, que viraram zumbis. Um grupo remanescente vive em uma ilha isolada, protegida contra os infectados, porém, a convocação para uma missão os obrigará a enfrentar o desconhecido e encarar as consequências do apocalipse . Lançamento: 19/06 7 - F1 A vida de Sonny Hayes mudou da noite para o dia duas vezes: a primeira quando um acidente na pista quase o levou à morte e acabou com a sua carreira, a segunda quando recebeu o convite para reconquistar o mundo que um dia foi seu. Sonny Hayes era um astro da Fórmula 1 que se aposentou após um grave acidente. Anos depois, o proprietário de uma equipe de corrida em falência convida Hayes para correr com o time e salvar a organização. Durante essa missão, ele enfrentará fantasmas do passado e terá a chance de retomar o prestígio de sua carreira . Lançamento: 26/06 8 - M3GAN 2.0 Após perder o controle, M3GAN é desativada e fica sob custódia da sua criadora, Gemma, que tenta regulamentar os novos usos e padrões da I.A. Quando a tecnologia de M3GAN é roubada, o robô dá vida a Amelia, uma arma militar utilizada como espiã assassina que ameaça o futuro da raça humana. No meio do caos, Gemma não tem outra escolha senão reviver M3GAN e deixá-la ainda mais forte e letal . Lançamento: 26/06











