• Maria Tosin

Para o fim de semana: o diabo de cada dia



Este filme era uma das produções mais esperadas na Netflix no mês de setembro, as expectativas eram muito altas para que o filme fosse incrível, graças ao seu elenco cheio de estrelas. O streaming realmente conseguiu entregar a obra prima que todos esperavam, um filme perturbador que prende o espectador do início ao fim. Vem comigo que eu vou contar mais sobre esta produção que você precisa incluir na sua programação do fim de semana.


“O diabo de cada dia” se passa em um tom familiar do Meio-Oeste dos Coen, o filme conta com um narrador que possui um sotaque de Ohio e que dá um tom especial a história. O filme se passa na cidade de Knockemstiff, em Ohio, e Coal Creek, na Virginia, todas as cidades são rurais e carregam o mistério da cidade pequena, o que deixa todo mundo com uma pulga atrás da orelha.


A produção narra a história de duas gerações a partir de 1950, algo que me chama atenção, pois adoro filmes e séries com histórias que se conectam, ainda mais quando relatam a vida das pessoas, como é o caso de uma das minhas séries preferidas: This is Us. O filme reúne mistério e terror e se você não curte ver sangue e cadáver decomposto, eu já aviso que o que mais tem no filme são imagens de violência. A maldade humana é colocada como o elemento principal, o filme também coloca a religião em foco.

Não faço ideia em quanto dinheiro a Netflix investiu para contratar atores de peso para atuarem, o fato de ter Tom Holland, conhecido pelo seu papel de homem-aranha, Jason Clarke, Bill Skarsgård, conhecido pelos seu papel como Pennywise, Eliza Scanlen, atriz incrível que atuou na série “Objetos Cortantes” e Robert Pattinson, ator que interpretará o Batman no próximo filme do herói. Com certeza o elenco de peso contribuiu para o resultado do filme que na minha visão ficou incrível. A produção não agradou muito os críticos de cinema, rotularam as violências presentes na narrativa como “violência desnecessária” para a trama, mas o público em geral adorou a produção, os críticos não estão com nada.


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