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- As Quatro Estações: a nova série de comédia que você não pode perder
A nova série da Netflix, que estreou dia 1º de maio, contou com um elenco de peso para produzir uma incrível série de comédia. Alguns dos atores em destaque são Tina Fey, Steve Carell e Will Forte. A série é uma mistura de comédia com La La Land, tem 8 capítulos e cada dois episódios são de cada estação do ano. Primavera Essa é a primeira estação, nesse início vemos seis amigos se reunindo num final de semana para comemorar os 25 anos de casados de dois amigos do grupo , nesses dois primeiros episódios vemos 3 casais que têm problemas, cada um diferente do outro, mas mesmo assim eles resolvem curtir o fim de semana. Durante o fim de semana, a mulher do casal, Anne, que está comemorando os 25 anos, resolve fazer uma renovação de votos e pede para o marido, Nick, ir numa padaria bem longe para conseguir elaborar a surpresa. Contudo, Nick já havia comentado com dois amigos que estava pensando em se separar, mas que iria esperar passar o final de semana . A seguir, vemos uma explosão na casa do casal e ali acaba a festa de renovação de votos e também o seu casamento. Verão Agora que o casal Anne e Nick estão divorciados, eles fazem uma viagem com Nick e sua nova namorada, Ginny. A viagem é para umas cabanas na praia, mas os amigos dele tem mais de 40 anos, então eles não gostam nem um pouco da viagem e nem da nova namorada que tem 30 anos. Um dos casais, Danny e Claude, resolvem passar uns dias no resort que tem ao lado dessas cabanas, lá eles acabam encontrando a Anne que foi lá para confrontar o Nick. Mas acabou desistindo e ficou apenas aproveitando o resort, enquanto isso o outro casal Kate e Jack tentaram se enturmar com a nova namorada e aceitar a situação. Outono A seguir temos o outono, que todos os amigos vão para a universidade das filhas de Anne e Nick e Jack e Kate, para o final de semana dos pais. Nesse final de semana, Lila, filha de Nick e Anne, irá atuar numa peça que ela mesmo escreveu. Contudo, o pai resolve levar a nova namorada sendo que nenhuma das duas, Lila e Ginny, estavam confortáveis por estarem lá. Assim que começa a peça, Nick percebe que a peça é sobre ele e os impactos que o divórcio causou na sua família, uma esposa magoada e uma filha irritada. Durante esse fim de semana, ele tenta consertar as coisas com Lila e faz ela até começar a entender Ginny. Inverno Por fim, temos a última estação, neste inverno os amigos foram viajar com Anne e o novo namorado. Eles foram para um chalé que eles sempre passam o ano novo e Nick viajou com a namorada e os amigos dela , assim como Ginny, seus amigos também são novos e estão acostumados a outros tipo de curtição. Enquanto todos os seus amigos parecem estar se divertindo, Nick está muito infeliz e acaba estragando a viagem por não passar tanto tempo com Ginny e seus amigos. Assim que Nick resolve fazer algo legal para eles, ele resolve ir ao mercado e comprar comidas vegetarianas para todos. Mas assim que está a caminho da casa que eles estavam ficando, ele sofre um acidente e acaba por falecer. E é em torno disso que os últimos dois capítulos falam, os amigos estão mal, a sua ex mulher também está bem abalada, e Ginny tenta se aproximar deles para poder participar do funeral. Mas acabam excluindo-a por conta de Anne, apenas no fim quando a ex-mulher percebe que mesmo depois de 25 anos não o conhecia tão bem e deixa Ginny ter seu momento como namorada do falecido. Considerações finais A série é perfeita para maratonar em 1 dia, são apenas 8 episódios com 30 minutos no máximo e é super gostosinha de assistir . É uma daquelas séries de conforto que tem vários personagens que te fazem amar a série e te prendem para saber como isso tudo vai acabar , mas pelo visto teremos uma próxima temporada já que Ginny revelou um grande segredo no final do último capítulo.
- Detetive Chinatown 1900: a franquia de maior bilheteria da China ganha a sua sequência
A convite da Sato Company tivemos a chance de conferir antecipadamente o quarto filme da famosa franquia chinesa, intitulado de “Detetive Chinatown 1900". Confira o que achamos! Detetive Chinatown conta atualmente com quatro filmes, sendo os três primeiros figurantes de um conciso top 30 das maiores bilheterias da China. Em cada um desses filmes, a dupla de detetives Qin Feng e Tang Ren, interpretados respectivamente por Turbo Liu e Wang Baoqiang, possuem um mistério para solucionar e um assassino para encontrar, no melhor estilo gato e rato! Agora, no quarto filme da franquia eles não poderiam fazer diferente, né? Aqui vemos Qin Feng, agora localizado em uma Chinatown recém tomada pela cultura asiática no ano de 1900, sendo apresentado como o discípulo de Sherlock Holmes, usando até mesmo o seu icônico chapéu de caça! Por outro lado, temos Ah Gui, um nativo que chegou à cidade para vingar a morte de seu pai. A trama acompanhará os dois detetives procurando o culpado pela morte da filha de um poderoso congressista anti-imigrantes, interpretado pelo grande John Cusack. A obra é uma grande carta aberta de amor ao público chinês, os aspectos orientais estão muito bem trabalhados aqui, tanto em questão cultural como ambiental, há uma vasta quantidade de cenários e takes lindos que formam todo esse conjunto. Há cenas em que é difícil se concentrar na trama devido a tamanha beleza presente ali. E não fica apenas por isso, usando aspectos minuciosos, a narrativa consegue construir um mistério impregnante em nossa mente, mistério esse que, mesmo usando de clichês do gênero, consegue se sustentar através da sua autenticidade em fazer daquele “convencional” se tornar de fato, um mistério único. Em contrapartida, temos uma crítica de pulso firme ao Governo Estadunidense, que usufruiu por décadas do trabalho precário de imigrantes chineses ao mesmo tempo em que não os valorizavam , os tratavam como seres inferiores, inaptos a viver na sociedade e tomar para si o “Sonho Americano”. Pensando nisso, deu para notar que o diretor da película Chen Sicheng utilizou de todo o seu conhecimento histórico para produzir a sua arte. M esmo que o filme seja uma comédia, há de se perceber um forte tom de luta e reconciliação de seus direitos inseridos ali, e isso é mais que justo. Em suma, “Detetive Chinatown 1900” mesmo que não tenha uma fórmula própria, consegue se tornar um filme autêntico pela forma que conta a sua história, é algo belo e elegante com uma pitada de reconhecimento de um povo desvalorizado. É luta, é riso, é amor, é tudo aquilo que constitui o ser humano. É arte. O longa-metragem estará disponível nas telonas a partir do dia 15 de maio.
- Premonição 6: Laços de Sangue é prejudicado por seu marketing
Premonição 6: Laços de Sangue é o novo filme da franquia, dirigido por Zach Lipovsky e Adam Stein, e escrito por Guy Busick e Lori Evans Taylor, baseado em uma história desenvolvida por eles e Jon Watts. Estrelado por Kaitlyn Santa Juana, Teo Briones, Richard Harmon, Owen Patrick Joyner, Rya Kihlstedt, Anna Lore, Brec Bassinger e Tony Todd, o longa chega aos cinemas no dia 14 de maio. A convite da Warner Bros. Pictures, assistimos à produção antecipadamente. Confira a seguir tudo o que achamos. Enredo A jovem universitária Stefani (Kaitlyn Santa Juana) começa a ter pesadelos mortais com sua avó Iris (Gabrielle Rose/Brec Bassinger) na década de 1960, quando ainda jovem. Querendo entender o que significam esses sonhos, Stefani volta para sua cidade natal para encontrar Iris, na esperança de que ela quebre esse ciclo. Assim, descobre que Iris salvou a vida de dezenas de pessoas em um desabamento de uma torre após ter tido a mesma visão da tragédia . Agora, Stefani precisa correr contra o tempo para salvar sua família da Morte. Roteiro O filme começa em 1968, com Iris e Paul indo para a inauguração da torre do restaurante Skyview. Pronta cinco meses antes do previsto, Iris já começa a ter uma sensação estranha ao chegar ao local. Após alguns minutos no ambiente, um fragmento de lustre quebra o chão de vidro sob os convidados, ao mesmo tempo em que um aquecedor a gás vaza, causando uma explosão que colapsa a torre e mata a todos. No presente, Stefani tem vivenciado sonhos recorrentes envolvendo a premonição de Iris, o que atrapalha até mesmo seu rendimento na faculdade. Com isso, ela decide retornar à sua cidade natal em busca de respostas. Chegando lá, descobre com sua família que, para se proteger da Morte, Iris tornou-se reclusa e passou a morar em uma cabana fortificada na floresta. Aqui, já presenciamos uma das primeiras referências sutis ao segundo filme (Olá, Clear Rivers!). Ao visitar sua avó, Stefani descobre que Iris interrompeu o plano da Morte ao alertar os convidados da torre antes que o chão de vidro se rompesse. Assim, a torre não desabou, mas a Morte começou a matar os sobreviventes — e seus descendentes — geração após geração, por serem vidas que não deveriam ter existido . Se nos filmes anteriores os personagens faleciam na mesma ordem da premonição, aqui a lista da Morte passa por modificações (e eu não posso falar mais, por ser spoiler!). Entre as diversas referências aos filmes anteriores, temos o breve retorno do caminhão com troncos de madeira que marcou o grande acidente de Premonição 2. Agora, se você é fã da franquia e acompanhou as notícias sobre a produção do sexto filme, sabe que uma “certa” atriz apareceu durante as gravações. Entretanto, sua personagem recebe somente uma menção durante o filme, o que pode decepcionar quem esperava seu grande retorno. Aqui, finalmente entendemos um pouco mais sobre o passado de William Bludworth, personagem recorrente da franquia cercado de mistério — descobrimos como ele entende tanto sobre os planos da Morte. Embora haja, sim, referências sutis, nunca é explicitamente falado sobre os acidentes anteriores ou sobre os antigos visionários. Porém, Premonição 6 é um filme que, embora claramente parte do universo da franquia, tenta se manter único. O ritmo do filme é bom, os personagens são bem desenvolvidos, e o fato de todos serem da mesma família contribui para isso, trazendo um peso maior às mortes. Em minha opinião, somente o clímax e o prólogo ficaram corridos demais, mas isso não estraga a grande experiência que Laços de Sangue proporciona. Elenco Kaitlyn Santa Juana nos entrega uma protagonista forte, que luta para vencer a Morte e salvar sua família, fazendo com que o público torça por sua personagem. Teo Briones também se destaca como o segundo protagonista e irmão da personagem principal. Juntos, apresentam uma boa química e uma dupla de protagonistas consistente, como a franquia costuma trazer. Rya Kihlstedt interpreta a mãe distante dos protagonistas, ajudando a aumentar a tensão e o desconforto entre os personagens. Richard Harmon e Owen Patrick Joyner estão divertidos e, em meio à tensão e às tragédias, a dupla consegue trazer alguns momentos de alívio cômico. Brec Bassinger e Gabrielle Rose, mesmo com pouco tempo de tela, nos apresentam uma visionária forte — tanto no passado quanto no presente — que faz de tudo para proteger sua família, deixando uma grande vontade de ver ainda mais da personagem. Após participar do primeiro, segundo, terceiro (nesse, dando voz à estátua animatrônica do diabo em uma atração de parque temático) e quinto filmes, Tony Todd nos entrega sua última interpretação. Podemos ver o carinho e o cuidado que tiveram com o ator em seu último trabalho. O artista ficou marcado principalmente no terror por grandes papéis em filmes como O Mistério de Candyman, A Noite dos Mortos-Vivos, O Corvo, entre tantos outros. Aqui, mesmo em uma participação breve, ele emocionará os fãs da franquia. Considerações Vinte e cinco anos após o lançamento do primeiro filme, e quatorze anos desde o último (quinto), fica a pergunta: será que realmente precisávamos de um sexto filme? Será que ainda havia algo a ser acrescentado à história? Inicialmente, em 2019, o filme foi anunciado como uma reimaginação da franquia — ideia alterada em 2020, quando revelaram que ele se passaria no mesmo universo dos outros cinco filmes. Para este, os diretores foram cuidadosamente selecionados entre mais de 200 candidatos. Zach Lipovsky e Adam Stein fizeram uma apresentação encenando um acidente semelhante aos da franquia, o que se tornou o fator decisivo para sua escolha. Se em Premonição 4 e 5 a história já parecia batida, aqui é possível perceber o cuidado em trazer novos elementos à franquia e não somente repetir a mesma fórmula pela sexta vez. Pessoalmente, ainda prefiro a trilogia original. Por isso, culpo o marketing do filme: durante sua promoção, muitas informações foram reveladas, o que pode comprometer a experiência. Como fã da franquia, acompanhei todas as notícias de produção, assim como os rumores divulgados. Talvez tenha ido com expectativas altas demais — o que resultou em certa frustração. Mas isso não quer dizer que o filme seja ruim. A cena de abertura é uma das melhores da franquia, o elenco está excelente, as mortes estão ainda mais violentas e há uma linda homenagem a Tony Todd, figura marcante da série, que faleceu meses após a finalização das gravações. Premonição 6, o primeiro da franquia com um subtítulo e com dois diretores, mostra que, com um bom roteiro, é possível, sim, fazer uma boa sequência. E aqui, percebe-se que a franquia não foi revivida 14 anos depois somente por lucro. Evite spoilers, evite os materiais de divulgação, vá ao cinema e surpreenda-se!
- Manas: com ajuda de Walter Salles filme traz voz àqueles que sofrem de violência sexual
A convite da Paris Filmes , assistimos antecipadamente ao aguardado longa-metragem brasileiro “Manas”, que estreia nos cinemas dia 15 de maio. Confira nossas impressões. Sobre o filme “Manas” marca a estreia da diretora Marianna Brennand em um filme de ficção, o longa já acumula cerca de 20 prêmios conquistados, incluindo o GDA Director’s Award , principal prêmio da Giornate Degli Autori, renomado Festival de Veneza . Na obra, acompanharemos a vida de Marcielle, uma inocente garota de 13 anos que vive em uma comunidade ribeirinha na Ilha do Marajó com o pai, a mãe e três irmãos . A jovem cultua a imagem de Claudinha, sua irmã mais velha, que partiu logo cedo após "arrumar um bom homem" nas balsas que perambulam por águas marajoaras. Conforme amadurece, ela vê suas idealizações desmoronarem, a deixando presa em um ciclo vicioso de abuso e violência. Segundo o MP-PA (Ministério Público do Pará), quando o assunto é exploração sexual contra crianças e adolescentes, o estado é considerado um grande destaque negativo. Estudos indicam que cerca de cinco crianças são submetidas por dia à essas violências. Nessa obra, veremos uma família regida por essa realidade. Nossa impressão Usando ângulos abertos para mostrar a bela paisagem natural e como forma de narrativa, a diretora opta por uma abordagem no sentido oposto da imagem, transmitindo a sua ideia de uma forma muito mais introspectiva do que o normal, e isso funciona bem, pois nos passa a sensação de insegurança com aquilo que está por vir, afinal, desde o início, somos colocados no ponto de vista de Marcielle, uma jovem que ainda não tem uma visão totalmente definida de si mesmo, e muito menos, dos perigos do mundo real. Reiterando, pois é impressionante como a condução fotográfica –planos abertos para mostrar como a violência é escancarada– ir ao contraponto da condução técnica –abordagem mais discreta, concisa visualmente e emocionalmente– é muito relevante para a narrativa, pois a violência está ali, implícita na sua frente, mas ninguém vê, ou se vê, a normaliza. A ideia infelizmente não morre quando os créditos sobem, pois é algo que ultrapassa o cinema, é algo implícito na sociedade. A película consegue te atingir no âmago mesmo tratando o assunto com cautela e sensibilidade. Outro ponto forte do filme é a sua ambientação que, apesar de bela, é hostil. O clima que se cria em volta dos personagens é de um calor performático. Claro, utilizando a filosofia para falar além da geografia, esse calor extraído dos personagens incomoda, agarra, ele não pode ser visto, mas ele está ali como uma aura desagradável, o clima é tórrido e ao mesmo tempo nefasto, para mostrar como esse ambiente é degradado, muitas vezes inapto, devido à falta de infraestrutura. Já os mangues, passam a impressão de um lugar estreito, onde não há muita locomoção, é tudo apertado, não tem como fugir. Elenco Com Marianna Brennand na direção e Walter Salles na produção, a película apresenta um elenco sólido e muito eficaz . Dentre as principais figuras, temos a talentosíssima Jamilli Correa, que com apenas 13 anos de idade, foi descoberta em uma seleção de atores na periferia de Belém. A jovem já demonstrou muita maturidade em frente às câmeras e aparenta ter um futuro muito promissor na sétima arte. Mas nem só de novatos a obra se baseia, pois temos a grande Dira Paes no papel de Aretha, a delegada. Paes, apesar de não ter tantos minutos de tela, apresenta um papel crucial para o desenrolar da trama. Como apoio a elas, temos mais duas atuações de peso, carregadas de emoção e de uma angustiante entrega do ator Rômulo Braga e da atriz Fátima Macedo. Conclusão Em suma, notamos como a obra é cuidadosa e tem um enorme carinho pelas vítimas, a cautela que o filme tem ao tratar de assuntos tão sérios é realmente encantadora. Agora, o real ponto forte do filme se dá por uma direção feita com esmero, exacerbadamente autêntica e pessoal, a alma da diretora está impregnada ali, em sua montagem, em cada take capturado com maestria pela direção de arte. “Manas” merece e deve se tornar um clássico brasileiro no futuro, não atoa foi aplaudido de pé em mostras cinematográficas espalhadas pelo mundo. É possível se observar também como Jamilli Correa tem um futuro brilhante e animador pela frente.
- Premonição: um resumo repleto de curiosidades sobre uma das maiores franquias de terror do cinema
“Premonição 6: Laços de Sangue” estreia dia 15 de maio nos cinemas. Entretanto, aqui iremos abordar um resumo da franquia Premonição e suas curiosidades peculiares… Mas a pergunta que fica é: você já parou pra pensar como surgiu um dos filmes mais icônicos do terror? e seus derivados? Vem conferir que a gente te conta! A origem da ideia A franquia surgiu inicialmente a partir de um grande acaso. O dono da trama, Jeffrey Reddick, criou um roteiro especulativo aplicando todo o conceito da obra ali, usando um personagem principal com fortes premonições acerca de um acidente de avião como ponto de partida, envolto à mortes cínicas e espetacularizadas. A ideia principal de Jeffrey era mandar esse enredo para grandes empresas cinematográficas, a fim de que alguma gostasse de seu material. Porém, ele tinha um preterido em mente, Jeffrey queria que essa trama se tornasse um episódio de tevê, intitulado de “Flight 180” (ou “Vôo 180”), de sua série favorita na época, Arquivo X. Porém, a Fox nem sequer chegou a ler a ideia, o que fez com que o autor apresentasse o projeto aos seus amigos da New Line Cinema , empresa essa que comprou os direitos e produziu o então conhecido “Premonição”. Premonição (2000) Primeiramente, temos o clássico já citado anteriormente, com roteiro escrito por Jeffrey Reddick e Glen Morgan, e direção de James Wong, a obra nos apresenta a um grupo de estudantes e professores que estão prestes a pegar um vôo para uma excursão. Entretanto, Alex (Devon Sawa), um dos passageiros, pressente um acidente terrível, o que faz com que ele e alguns colegas saiam do avião. Minutos após sair da aeronave, a mesma entra em combustão no ar. E agora? Será que Alex e seus colegas conseguirão driblar a Morte e saírem ilesos? A crítica especializada teve opiniões diversas sobre o filme. Enquanto alguns elogiaram a atuação de Sawa e consideraram o suspense como "respeitável", descrevendo o longa como "divertido e energético", outros o criticaram por ser "dramaticamente raso" e direcionado ao público adolescente. Onde assistir: MAX Premonição 2 (2003) Com direção de David R. Ellis e roteiro por Eric Bress e J. Mackye Gruber, “Premonição 2” nos apresenta à Kimberly Corman, uma moça que está viajando para passar um fim de semana com seus amigos, entretanto, enquanto está dirigindo, a jovem pressente um grave acidente na estrada que terá que pegar, acidente esse que realmente ocorre minutos depois, deixando várias vítimas . Qual será o preço que Kimberly terá que pagar por enganar a Morte? Uma curiosidade macabra sobre esse filme é que, um acidente realmente aconteceu durante as filmagens do longa. Um caminhão carregado de toras de madeira teve uma pane e parou no meio da estrada, bloqueando a passagem por cerca de 30 minutos, o que deixou alguns membros da equipe nervosos para filmar a sequência com um caminhão semelhante. Onde assistir: MAX Premonição 3 (2006) Em “Premonição 3”, temos James Wong de volta à direção e agora também na criação do roteiro, juntamente com seu companheiro do primeiro filme, Glen Morgan. A película acompanha Wendy Christensen (Mary Elizabeth Winstead), uma jovem estudante que repentinamente, durante um passeio em um parque de diversões a fim de tirar fotos para o anuário, tem uma premonição de um assombroso acidente em uma montanha-russa, que acaba por matar ela e seus colegas. Ao voltar para a realidade, ela clama para todos saírem antes da tragédia acontecer, mas a Morte deixará sua missão inacabada? O casting que fez a cena da montanha-russa teve que andar nela cerca de 26 vezes na mesma noite para conseguir capturar a cena perfeitamente. Um verdadeiro terror! Onde assistir: MAX Premonição 4 (2009) Com David R. Ellis de volta à direção e Eric Bress com Jeffrey Reddick, no roteiro, “Premonição 4” criou grande expectativa nos fãs, já que o criador da série estava de volta com a sua caneta e papel. Entretanto, o longa após o seu lançamento, teve uma recepção negativa, sendo considerado um dos piores da franquia pelo seus “efeitos visuais fracos” e “mortes previsíveis”, segundo os espectadores. No filme, acompanhamos os amigos Nick O'Bannon (Bobby Campo), Hunt Wynorski (Nick Zano), Janet Cunningham (Haley Webb) e Lori Milligan (Shantel VanSanten) participando de um festival de automobilismo. Durante o evento, um dos carros derrapa e acaba explodindo no público, entretanto, Nick teve uma premonição de que isso aconteceria, o que fez com que ele e seus amigos fossem embora. Novamente a Morte terá que criar um novo caminho para as suas vítimas. Onde assistir: MAX Premonição 5 (2011) Hora de explorar novos ares! “Premonição 5” conta com Steven Quale na direção e Eric Heisserer no roteiro, uma dupla que nunca havia trabalhado na franquia antes. A obra nos mostra Sam (Nicholas D’Agosto) um estranho que salva um grande número de pessoas -incluindo sua namorada- da morte, ao evitar que elas passem por uma ponte que ele pressentiu que iria desabar. Sendo a segunda maior bilheteria da franquia, “Premonição 5” teve uma recepção bastante equilibrada, parte do público gostou da pegada mais humorística e não tão séria. Já a outra parte, em sua maioria, detestou os efeitos visuais e o enredo repetitivo Onde assistir: MAX Para a alegria dos fãs, a franquia ganhou um sexto filme, nele, acompanharemos uma jovem atormentada que volta para casa em busca de respostas que possam quebrar o ciclo incansável de morte que cerca a sua família. O longa estará disponível nas telonas do Brasil no dia 15 de maio! Ansiosos?
- “Lispectorante” preza pela homenagem, mas se perde no subjetivo
Maio chegou com grandes lançamentos no cinema nacional! À convite da Embaúba Filmes , participamos da cabine de imprensa de “Lispectorante” , produção de Renata Pinheiro com inspiração nos textos e nos trabalhos da clássica autora Clarice Lispector. Vem com a gente saber mais sobre esse filme! Enredo Glória Hartman é uma artista em crise existencial . Recém divorciada, desempregada e imersa em um bloqueio criativo, ela retorna para a sua cidade natal em busca de um novo rumo para a sua vida . Quando se depara com uma fenda nas ruínas do prédio onde morou a escritora Clarice Lispector, Glória encontra um universo fantástico a ser explorado que mudará a sua vida. Metáfora e Clarice Lispector “Lispectorante” é daqueles filmes que exige uma certa renúncia do espectador. Com uma narrativa mais lenta, sem grandes emoções ou reviravoltas, ele seleciona bem o público e preza pela audiência que gosta de filmes cults, suaves e cautelosos, sem a promessa de reviravoltas, descobertas e diálogos superficiais. O resultado disso é uma produção profunda e sensível, com conversas bem trabalhadas, enredo poético e metafórico e um clímax reflexivo que logo caminha para a resolução final. Um grande feito do longa é conseguir incorporar características marcantes da escrita de Clarice Lispector e convertê-las para as telas. Conhecida por abordar assuntos do universo feminino, como dilemas e desafios da mulher na sociedade brasileira, Clarice tece suas histórias ao redor de personagens “comuns” - mães, esposas, donas de casa e filhas de classe média baixa/alta - e utiliza momentos simples do cotidiano como eventos incitantes de transformações. Em outras palavras, são as pequenas e rotineiras ações que despertam nessas mulheres o desejo de mudar a realidade na qual estão inseridas. Interpretada por Marcélia Cartaxo, que também deu vida à Macabéa em “A Hora da Estrela” (1985), Glória é uma personagem tipicamente “lispectoriana” : mulher, comum, fora dos padrões estéticos vigentes, mais velha e em crise. É somente a partir de um buraco, no muro em ruínas onde um dia já foi a casa de Clarice Lispector, que Glória redescobre a criatividade e a vida pulsante dentro de si, que a faz se aventurar por caminhos desconhecidos que encontrar um novo amor, uma nova perspectiva de carreira e de felicidade. O passeio de um Recife real, com seus lados sombrios e tristes, mas também com a sua beleza e cores, criam uma atmosfera íntima e esteticamente bonita, que dialoga com a jornada de Glória, atravessada por altos e baixos, mas bonita e única. Voltas e estranhamento Apesar de abordar temas importantes para a sociedade brasileira, como os dilemas das mulheres, etarismo e carreira, no fim, o filme se perde em meio ao onírico e ao poético . Os diálogos profundos e metafóricos podem até engrandecer a história, mas cansam e carregam o espectador para uma espiral de significações e interpretações que torna a experiência de ver o filme cansativa. Se você espera sentar e apreciar, talvez precisará pausar com frequência para refletir e compreender. As voltas em torno das fantasias e das descobertas de Glória também contribuem para que o longa perca poder em vários momentos. O romance desenvolvido com um andarilho é morno e não parece agregar na narrativa e nem à personagem, que se vê envolvida em um caso sem perspectivas e camadas . A quebra da linearidade narrativa é bastante comum nos livros de Clarice, variando, sem cerimônias ou transições, para diferentes assuntos no mesmo momento. Se para a autora esse fluxo de consciência se dá de maneira fluida, no filme isso não acontece, resultando em estranhamentos com o que está acontecendo e o intuito dentro da obra. À título de exemplo, temos as narrativas paralelas que acontecem dentro da fenda no prédio de Clarice, que ora parecem construir um novo filme dentro do original, ora se alinham, de maneira confusa, ao enredo principal. Qual o nível da imersão? De maneira geral, “Lispectorante” é um filme interessante, carregado de brasilidade e que reflete sobre situações comuns e importantes, principalmente, às mulheres brasileiras. Porém, o uso exagerado do surreal e do subjetivo transformam a experiência de assistir em algo confuso e pouco estimulante para o espectador. No final, a história e a evolução de Glória não ficam à altura do roteiro, dando a sensação de algo inacabado e que ainda não chegou ao seu potencial máximo, restando-nos a dúvida: até que ponto a imersão amplia o olhar ou fecha-o dentro de uma mesma coisa?
- The Last Of Us: quarto episódio dá uma grande injeção de ânimo para o futuro da série
No quarto episódio de The Last of Us, temos a ampliação do grupo de personagens, com suas motivações e aspirações sendo retratadas de forma sublime. Por exemplo, a cena inicial que mostra o começo de Isaac na WLF, antes de ele assumir a liderança de seu grande império miliciano, ou até mesmo uma demonstração mais precisa do comportamento e da persuasão da fé dos Serafitas — tribo que já vinha sido explorada nos últimos episódios. Ao refletirmos sobre isso, percebemos como houve adições interessantes na série até o momento: mostrar claramente (e não só nas entrelinhas) como funciona o pensamento daqueles que vivem no apocalipse, aqueles que não possuem mais nada para se agarrar a não ser sua ideologia ou viés religioso. Como consequência, vemos como a série tem evoluído cada vez mais nesse aspecto da dramatização e da emoção. Ela apresenta uma mistura de sentimentos enquanto assistimos à trama: raiva, amor, compaixão, felicidade, tristeza... Percebe como tudo está emaranhado ali? Mas isso muitas obras conseguem fazer. O que torna a manipulação das emoções única nesta película pode ser definido por uma única palavra: equilíbrio. The Last of Us consegue usar tudo isso de forma cadenciada. Em um momento, sentimos a dor de uma tortura, acompanhada pelo desespero e terror na cena do metrô; minutos depois, somos presenteados com a cena principal do episódio — o momento em que Dina descobre o segredo de Ellie. Em poucas linhas, já destrinchamos três cenas com emoções distintas, um mix muito bem construído para apenas 50 minutos de episódio. Por isso, é evidente que The Last Of Us, além de um grande sucesso nos videogames, alcançará um alto palanque no mundo das séries. Claro que haverá descontentamento por parte de alguns pelo fato de ter certas mudanças drásticas em relação à obra original, porém, é essa autenticidade que guia e, aparentemente, guiará a série a um final satisfatório.
- Spoiler gratuito? Marvel revela surpresa de Thunderbolts* uma semana após estreia
Já compartilhamos as nossas impressões sobre Thunderbolts*, agora é hora de dissecar a cena pós-créditos que vem causando e apontando direções interessantes para o futuro da Marvel. Vale o aviso: este texto contém spoilers de Thunderbolts e também de outras produções anteriores do estúdio.* *Esse texto já estava no forno antes da Marvel decidir soltar o maior spoiler do filme em suas redes, o que me obrigou a fazer alguns ajustes. Ainda assim, meu ponto principal continua o mesmo. Nas primeiras impressões, eu comentei que essa era, pra mim, uma das melhores cenas pós-créditos da Marvel em muito tempo. E agora está na hora de explicar o meu ponto. Mas antes um contexto… A cena que vem logo depois de subir as letrinhas foi algo explorado por anos pela Marvel como uma maneira de fidelizar o seu público dando uma luz sobre o que viria a seguir. Mas, de uns tempos pra cá, percebemos o quanto o recurso foi perdendo impacto, com tantos “vem aí” que não foram a lugar nenhum. Após Vingadores Ultimato, a fase 4 se mostrou perdida, e com a introdução das séries houve uma falta de direção clara para o que prestar atenção. Desde o fim de Ultimato, a fase 4 se mostrou perdida, principalmente com a avalanche de séries e uma falta de direção clara no universo. Nesse meio tempo, vimos a Clea da Charlize Theron aparecendo por segundos, o Cavaleiro Negro com uma narração do Blade do Mahershala Ali, um panteão de variantes do Kang, o Fera dos X-Men antigos, e até o irmão do Thanos vivido pelo Harry Styles. E o que todos esses momentos têm em comum? Até agora, só são pontas soltas bem parecidas com aquelas que o Loki anda segurando. Chegamos em Thunderbolts*, que não só deu uma revigorada na toada de produções da Marvel, como também nos presenteou com uma proposta diferente para o gênero de super-herois. Querendo ou não, dá a sensação que o estúdio está (finalmente) encontrando um novo norte*. *Esta última frase foi escrita antes dos últimos acontecimentos. Em uma medida que cheira a desespero, o estúdio revelou nas redes sociais o que poderia ser uma surpresa que atrairia a tão esperada bilheteria de forma orgânica. Fazer o quê… O melhor ficou pro final A primeira cena vem logo após os primeiros créditos iniciais, que, aliás, são geniais. No visual dos créditos, os Novos Vingadores são anunciados de supetão e a mídia está se perguntando: quem são esses perdedores e quem eles pensam que são para se chamarem de Vingadores? Marvel tirando sarro dela mesma? Perfeito! Mas a primeira cena em si é uma piada interna, com referência ao próprio filme e ao material de divulgação dele. O Alexei, ou Guardião Vermelho vivido por David Harbour, insiste com uma moça no supermercado para levar “o mais saboroso e nutritivo cereal matinal” estampado com os Novos Vingadores. Manteve a essência do personagem, o tom da comédia que ele propõe e estende o filme de maneira divertida e eficaz. Já na segunda cena, passado os créditos maiores com aquela chuva de nomes e empresas responsáveis pelos efeitos visuais (não importa o quanto, eu sempre me surpreendo com o tanto de gente necessária para rodar um filme). Aí sim, temos a cereja do bolo. O que faz a cena ser boa O mais importante nessa cena não é nem o fato de já introduzir o Quarteto Fantástico no universo principal da Marvel, ou o possível spoiler do final do filme da equipe - provavelmente vai dar tudo errado no mundo deles e eles precisaram chegar aqui no nosso. O mérito está em continuar os acontecimentos do final do filme sem comprometer quem não ficou lá pra ver ela. Além de estabelecer a dinâmica da equipe no dia a dia, já temos uma possível treta do atual capitão Sam Wilson com o queridíssimo Bucky, e até uma disputa judicial para ver quem fica com o nome “Vingadores” legalmente. Daí vem a nossa parte como fã e entusiasta: será que vem aí uma briga entre o capitão atual com o Agente Americano? O que será que fez com que os dois amigos de Steve Rogers se distanciassem? Será que vão chamar a “ advogata ” Mulher Hulk para defender eles? Ah, imagina se trouxessem o Matt Murdock para ser a acusação e ele encontrasse Jennifer Walters de novo? É esse efeito que uma cena pós créditos nos dava antes… o que será que vem aí? E a decisão é genial! Vai ter gente que vai torcer o nariz pra Marvel transformar os piores dos piores nos Novos Vingadores, e com certeza fica ponta solta para eles resolverem. Mas, sinceramente? Eu amei. A cena de anúncio é engraçada, irônica e surpreendente. Muito pela entrega da Julia Louis-Dreyfus (foi mal, enaltecer ela é mais forte que eu). Ao mesmo tempo é uma oportunidade para estabelecer caminho daqui pra frente, segmentar seus inúmeros herois por nível de ameaça (urbana, espacial, mística), e deixar pra lá tramas que se perderam e não fazem falta. Às vezes, como fãs, temos que reconhecer que a gente não sabe muito bem o que quer - mas seguimos pedindo. Quando um estúdio se rende demais à vontade da internet, acaba abrindo mão de confiar na capacidade criativa da sua equipe só em função de tentar agradar um público indeciso. Foi o que aconteceu com a trilogia nova de Star Wars, que só entregou filmes mornos. O que fez a Marvel se destacar de Homem de Ferro até Ultimato foi o senso de direção. Parecia que sabiam onde queriam chegar. Por isso até filmes medianos como Thor ou Homem-Formiga 2 passaram quase sem rejeição. Tem um novo Vingadores vindo aí, na mão dos Irmãos Russos, e confesso que ainda estou apreensivo com algumas decisões. Mas, depois de Thunderbolts*, sigo disposto a dar meu braço a torcer. Talvez nem tudo agrade, mas se houver coesão narrativa, já é um baita passo.
- Karate Kid - Lendas é Jackie Chan voltando ao auge!
Admita, quando o assunto é karatê, a primeira obra cinematográfica que vem à sua mente é o lendário Karate Kid, não é? A Sony Pictures nos levou para assistir o encontro de duas grandes gerações das artes marciais em Karate Kid: Lendas. Vem conferir o que a gente achou! Honrar o passado, inovando com o futuro Karate Kid: Lendas já começa trazendo os clássicos flashbacks dos filmes anteriores. Em uma cena com Sensei Miyagi apresentando o dojô Miyagi para o Daniel San (Ralph Macchio) enquanto conta a história do primeiro Miyagi a levar o karatê para Okinawa. Essa cena por si só já seria boa pela nostalgia, mas é aí que entra o toque da novidade: Quando Miyagi começa a contar a história das famílias Han e Miyagi, ele apresenta o conceito “os dois galhos de uma mesma árvore”, novo lema do Miyagi-Do, com uma animação frame a frame lindíssima de apoio, já introduzindo uma proximidade e relação entre Han, personagem de Jackie Chan e a família Miyagi, unindo Karatê e Kung Fu. Visão, pressão e ação Logo no início, o longa nos leva ao dojo do Sr. Han em Pequim, onde o jovem Li Fong (Ben Wang) está treinando Kung Fu escondido. A mãe de Li chega ao dojo para falar com o Mestre Han, avisando que ela e seu filho estão indo morar em Nova York. Li chega em Nova York tendo que lidar com traumas do passado, enquanto luta contra a vontade de praticar Kung Fu. O jovem aprendiz do mestre Han estava afastado do Kung Fu por um pedido de sua mãe, que não queria mais que seu filho mais novo treinasse, depois de ter perdido seu filho mais velho por conta da arte marcial. Li Fong só começa a lutar Kung Fu para salvar Victor (Joshua Jackson), que estava no beco atrás do seu restaurante, quando foi agredido por 3 capangas de um agiota que vieram para cobrar uma dívida. Li luta contra os agressores e impressiona Victor, que pede para que o jovem o ensine. Victor é um lutador de boxe aposentado, que largou a vida nos ringues quando descobriu que ia ser pai. Mia é filha de Victor e o interesse romântico de Li, algo que intensifica ainda mais o interesse dele em treinar o boxeador. As lutas como um apoio para a história Ao contrário dos filmes anteriores da saga Karate Kid, em Karate Kid: Lendas, as lutas são um elemento. Calma, elas estão muito presentes durante todo o filme, mas sem se prolongar muito, trazendo muito mais dinamismo e espaço de respiro dentro do longa metragem. Dando oportunidade para que os personagens cresçam e sejam mais bem aproveitados dentro de toda a trama que foi proposta. As atuações, o carisma e a trajetória do elenco Esse filme é repleto de atores e atrizes com personagens muito carismáticos. A começar com Jackie Chan, que já esbanja carisma há décadas nas telonas. Parece que nesse filme, resgatamos aquele Jackie Chan de “Bater ou Correr” e “Hora do Rush”, com aquele Kung Fu desleixado e que aproveita muito de elementos do cenário para suas lutas. Mas sabe o que é mais incrível? Saber que temos uma nova geração chegando agora, que mantém sua atuação e coreografias de luta em um mesmo patamar que o lendário Jackie Chan. O jovem Ben Wang é uma estrela do Kung Fu desde o começo de sua carreira, mas estrelando um filme da saga Karate Kid, ele chega em trajes de gala, garantindo sua faixa no dojô dos grandes nomes dentro e fora do tatame. Sobre Ralph Macchio, apesar de ter menos tempo de tela do que o esperado pelas divulgações do filme, é inegável que a dinâmica entre Daniel Larusso e Mr. Han rouba as atenções. A dinâmica de dois mestres de duas artes marciais diferentes, tentando provar seus pontos foi um elemento à parte dentro das cenas de treinamento, definitivamente. A atriz Sadie Stanley que interpreta Mia, juntamente com Wyatt Olef que interpreta um amigo de Li Fong, formam com Ben Wang uma dinâmica muito divertida e natural. Arrisco dizer que esse trio pode ser um ponto forte, caso haja uma continuação da saga. Para finalizar as atuações: Joshua Jackson e sua dinâmica com o personagem de Ben Wang é um dos elementos favoritos desse filme para mim. Os dois se aproximam de tal forma e com tanta química, que eu acredito que a relação entre Li e Victor é muito mais interessante até mesmo que o romance entre Li e Mia. O que esperar daqui pra frente? Eu acredito muito no potencial dessa saga. Ben Wang é um grande nome do Kung Fu, sendo a grande promessa a se cumprir nos cinemas, e spero muito que haja uma continuação só para que nós tenhamos o prazer de ver esse garoto lutando nos cinemas novamente! E se depender da qualidade deste filme para que venham os próximos, podem aguardar, que deve vir continuação por aí.
- Invencível é uma história de superação que vai te emocionar
Invencível, dirigido e escrito por Jon Gunn, é baseado no livro The Unbreakable Boy: A Father's Fear, a Son's Courage, and a Story of Unconditional Love, de autoria de Scott Michael LeRette e Susy Flory, e inspirado em uma história real. Estrelado por Zachary Levi, Meghann Fahy, Jacob Laval e Patricia Heaton, o longa chega aos cinemas brasileiros no dia 8 de maio, com distribuição da Paris Filmes. A convite da Paris Filmes, assistimos à produção antecipadamente. Confira a seguir o que achamos. Enredo Austin (Jacob Laval) é uma criança com autismo e uma doença rara que deixa seus ossos quebradiços. Apesar dos obstáculos, ele enxerga o mundo de forma alegre, engraçada e afirmativa, transformando e unindo todos ao seu redor — principalmente seu pai, Scott (Zachary Levi), que o vê como indestrutível, mesmo nos momentos difíceis. Enquanto Austin se enturma na escola, seus pais, Scott e Teresa (Meghann Fahy), se preocupam com seu futuro e se desdobram para lhe proporcionar uma vida normal. Roteiro “Todo dia pode ser o melhor dia da sua vida.” O filme busca retratar a história da família LeRette desde o momento em que Scott conhece Teresa , passando pelos três primeiros encontros dos dois e pelo momento que muda suas vidas: a descoberta de que estão esperando seu primeiro filho — Austin. É nesse momento que Teresa revela a Scott que tem osteogênese imperfeita, uma doença genética . A partir de então, os dois passam a morar juntos e a se preparar para a chegada do filho. Austin também nasce com a doença e, à medida que cresce, seu comportamento leva ao diagnóstico de autismo. Narrado por Austin, conseguimos ter uma visão de seus pensamentos, revelando um personagem complexo. Em um mundo que frequentemente rejeita o “diferente”, Austin acolhe todos com empatia, compaixão, amor e perdão. Apesar de sua condição, ele possui uma força capaz de transformar a vida das pessoas ao seu redor. Com uma mensagem de fé e personagens inesquecíveis, ao longo do tempo vemos essas figuras enfrentarem seus próprios desafios — como Scott, que lida com o alcoolismo. A dinâmica familiar, no entanto, é retratada de forma muito bonita. O irmão mais novo de Austin, Tyler, embora com menos destaque, demonstra ser justo e paciente mesmo com pouca idade. A relação entre os dois, e como Tyler protege Austin, é muito especial. Para os mais sensíveis, esta é uma produção que leva às lágrimas. Ao final do filme, temos ainda uma breve descrição de como estão os personagens reais atualmente. Elenco Zachary Levi é bastante conhecido por interpretar personagens em produções mais leves. Neste filme, Zachary apresenta seu papel mais dramático até hoje, revelando uma faceta mais madura e versátil de sua atuação. Meghann Fahy tem demonstrado seu talento nos últimos anos e, recentemente, destacou-se também no divertido Drop: Ameaça Anônima. Embora sua personagem tenha menos destaque que a de Zachary, ela brilha em todas as suas cenas. Jacob Laval e Gavin Warren parecem ter sido escolhidos a dedo — e a escalação de ambos se mostra acertada. A relação entre os irmãos é retratada de maneira tocante. Também temos participações breves, porém marcantes, dos inesquecíveis Amy Acker e Peter Facinelli. Já Drew Powell funciona como alívio cômico, interpretando o “amigo imaginário” meio desnecessário de Scott. Considerações Invencível é um filme que aborda temas sérios levemente. Embora existam outras produções com temáticas semelhantes, Invencível se destaca pela sensibilidade do roteiro e pela força de suas interpretações. No entanto, o elenco está afiado e a história emociona, deixando aquele quentinho no coração. É um filme envolvente, que aborda questões sensíveis com leveza e tem alto potencial de comover o público. Uma grande e inspiradora lição de vida!
- The Last Of Us: 3° Episódio - Onde encontrar a luz em meio a escuridão?
Ps: Esse texto contém spoilers! No terceiro episódio da série, vemos uma Ellie aparentemente superada após os últimos acontecimentos , entretanto, notamos uma fúria incontrolável, um desejo translúcido de vingança por aqueles que tomaram dela aquilo que mais amava, o seu pai. Vemos aqui a reconstrução de Jackson após a invasão, esse núcleo se mescla com Ellie se recuperando de suas feridas, feridas essas que se alastram tanto pelo seu corpo como pelo seu psicológico. A cena em que Tommy aceita que seu irmão se foi embrulha o coração em uma profunda tristeza. Ao decorrer disso, a série nos introduz com maestria à tribo dos serafitas, seus costumes e principalmente, suas comunicações. A caracterização está impecável. Agora, acompanharemos a jornada de Ellie e Dina rumo à Seattle em busca dos membros da WLF. Será que elas acharão eles? Qual decisão irão tomar? Pensamentos como esses permeiam a aura de insanidade que a série está nos pressionando. É lindo, e, ao mesmo tempo, instigante. O próximo episódio da série estréia hoje (Domingo), 22h na MAX.
- GOAT: saiba tudo sobre o novo filme de Jordan Peele
A Universal Pictures lançou o primeiro trailer do longa “GOAT” ( HIM ), uma jornada aterrorizante ao santuário íntimo da fama, da idolatria e do desejo de alcançar a excelência a qualquer custo. Estrelado por Marlon Wayans, de “Air: A História por Trás do Logo”, e Tyriq Withers, de “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”. Com estreia marcada para 18 de setembro nos cinemas brasileiros, a produção é assinada pelo vencedor do Oscar Jordan Peele, via Monkeypaw Productions, de “Corra!”, “Nós”, “A Lenda de Candyman” e “Não! Não Olhe!” — filmes de horror que marcaram a história recente do gênero. O longa tem direção de Justin Tipping. “GOAT” - termo esportivo para indicar O Melhor de Todos os Tempos (The Greatest of All Times) - acompanha Tyriq Withers no papel de Cameron Cade, um quarterback em ascensão que dedicou sua vida e sua identidade ao futebol americano. Na véspera do Combine, o mais importante evento anual de avaliação e seleção de atletas para o futebol profissional, Cam é atacado por um fã desequilibrado e sofre um trauma cerebral com potencial de destruir sua promissora carreira. Justamente quando tudo parece perdido, Cam se apega a um tênue fio de esperança: seu ídolo, Isaiah White (Marlon Wayans), lendário quarterback octacampeão e ícone cultural, se oferece para treiná-lo em seu ginásio isolado — um enorme complexo que divide com sua esposa, a famosa influencer Elsie White (Julia Fox). Mas, à medida que o treinamento de Cam se intensifica, o carisma de Isaiah começa a se transformar em algo mais sombrio, levando seu protegido a uma espiral de confusão e perplexidade que pode lhe custar muito mais do que ele imaginava. O elenco também conta com Tim Heidecker e o comediante australiano Jim Jefferies, além do lutador peso-pesado de MMA Maurice Greene e os fenômenos do hip hop Guapdad 4000 e a indicada ao Grammy Tierra Whack — os três em seus papeis de estreia no cinema. O longa tem distribuição da Universal Pictures e estará disponível nos cinemas em 18 de setembro . Confira o trailer a seguir.











